terça-feira, 18 de junho de 2013

Subida do Dólar preocupa mais Dilma que passeatas das quais o PT estuda como tirar proveito eleitoral

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Por Jorge Serrão
serrao@alertatotal.net

O Dólar não saiu ontem às ruas para protestar contra tudo de errado que acontece no Brasil, mas a nova subidinha da moeda globalitária frente ao irreal-Real voltou a apavorar o governo. O Banco Central do Brasil foi forçado a apelar para sua força de segurança monetária, intervindo no mercado futuro. A operação do BC do B não deteve o movimento e a cotação chegou a R$ 2,17 – a maior nos últimos quatro anos. A especulação assusta mais a turma da Dilma Rousseff que a onda de passeatas ainda inorgânicas, sem um foco específico, apesar do aparelhamento político-ideológico inicial. O Dólar já abriu hoje a R$ 2.18 - e paralelo a R$ 2,30...

Não há dúvidas de que o “Inverno Brasileiro” esquentou. Mas o gabinete de crise do governo ainda mantém a cabeça fria. Os marketeiros estudam como tirar proveito (re)eleitoral da atual onda de insatisfação. A tranquilidade é tanta que a Presidenta agiu previsivelmente, chovendo no molhado retórico. Dilma mandou sua assessora Helena Chagas comunicar sua frase pronta. “As manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia”. Dilma não quer ficar pior na fita com os jovens mobilizadores da opinião publicada nas redes sociais da internet. Tal público é a grande maioria entre as algumas centenas de milhares de pessoas que saíram às ruas de 11 capitais do País do Futebol, em plena Copa das Confederações da Fifa.

O Inverno Brasileiro ainda está longe de alguma Primavera Árabe. A onda de protestos por aqui está mais para o movimento “Occupy Wall Street” do que “Tea Party”... Continuar lendo

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