domingo, 23 de abril de 2017

Durante o dia, nos palanques, Lula era o pai dos pobres. De noite, nos hotéis e restaurantes luxuosos, Lula virava pai dos ricos.


19/04/2017
Denis Rosenfield, no Zero Hora, descreveu o caráter mafioso da ORCRIM lulopetista:

“Para além do conteúdo das falas dos delatores, em particular as do patriarca Emilio Odebrecht e de seu filho Marcelo, chama particular atenção os seus modos respectivos de expressão, a naturalidade com a qual falam de seus crimes.

Para eles, tratava-se de uma prática que tinha se tornado normal, vindo a fazer parte de sua atividade empresarial, se é que esta expressão tinha algum significado para eles. Empresários, no sentido estrito, não o eram por eliminarem a concorrência, superfaturarem os preços, não inovarem e viverem de relações mafiosas com ‘seus’ políticos, em particular o chefe de todos eles, Lula. O relato da intimidade entre eles é espantoso. O suposto ‘pai dos pobres’ revelou-se, na verdade, o ‘pai dos ricos.

O grande empresário tinha se tornado ‘vermelho’, enquanto o ‘vermelho’ vendia os seus serviços ou os comprava conforme os benefícios deles e de seus respectivos comparsas. A máfia siciliana deve ter tido inveja deles (…).

Imaginem se os ganhos da corrupção, dos superfaturamentos, dos oligopólios dessas empreiteiras e dos políticos fossem destinados, como de direito, para toda a população.

O país seria, seguramente, outro. Já o é, em certo sentido, por ter começado a limpeza.”

De rei a bobo da corte


Ao saber da decisão de Moro, Lula achou tratar-se de uma brincadeira. Ao perceber a seriedade da situação externou sua onipotência: - Tá pra nascer um homem que me faça ir 87 vezes à Curitiba. Se ele se acha poderoso por ser Juiz, eu sou Luiz Inácio Lula da Silva, não esses "bonecos", que ele costuma prender.

Desnecessário comentar sobre volume do destempero.

Aos berros ordenava advogados que dessem um jeito de acabar com a palhaçada ou procurar outro emprego. De nada adiantava pedir calma. Transtornado, deixava claro jamais ter sido afrontado dessa forma e que não aceitaria tamanha humilhação.

Perplexidade total. Ninguém de sua equipe, ou de qualquer outra, poderia imaginar tacada de Moro nesse nível. Genial, sob todos os aspectos e 100% de acordo com a Lei.

Réu tem a prerrogativa de se fazer representar por Advogados se assim o desejar, desde que tenha concordância do Juiz. Manobra vista como decisão a fazer parte da "Bibliografia" do Direito no Brasil.

Sem dúvida, não bastasse o conjunto da obra, Moro entrou definitivamente pra História.

Lula também ficará marcado.

De Rei a Bobo da Corte.

sábado, 22 de abril de 2017

Leo Pinheiro entrega documentos que Lula havia ordenado destruir


Léo Pinheiro da OAS, por meio de sua defesa, entregou à Justiça Federal do Paraná documentos para tentar comprovar as afirmações de que o ex-presidente Lula foi beneficiado pela reforma de um tríplex em Guarujá (SP).

Segundo O globo, entre os documentos entregues estão o registro de que dois carros em nome do Instituto Lula passaram pelo sistema automático de cobrança dos pedágios a caminho do Guarujá entre 2011 e 2013. Não há, no entanto, documento que comprove que as viagens tiveram como destino o apartamento.

Registros de ligações telefônicas entre Pinheiro e pessoas ligadas a Lula, como Clara Ant, Paulo Okamotto, José de Filippi Jr. e Valdir Moraes da Silva (segurança), a partir de 2012, também estão entre as provas. As listas trazem data e duração da conversa, mas não seu conteúdo.

Agora o mais importante:

Foram anexados também e-mails que mostram a agenda de Lula. Neles aparecem a previsão de encontros com Pinheiro, e mensagens da secretária do instituto para Okamotto, que preside a entidade, avisando que o empresário havia ligado para falar com ele.

A defesa de Lula insiste em alegar que a delação "negociada para agradar" aos procuradores e destravar seu acordo de delação.

Lula pode ter a prisão preventiva decretada já na próxima semana.

Fonte: https://www.papotv.com.br/posts/

Governos de Lula e Dilma são considerados os piores do mundo, no ranking da América Latina

Relatório do CMC revela que Brasil ocupa o último lugar em termo de competitividade como resultado dos maus governos petistas.

O relatório anual, divulgado pelo Centro Mundial da Competitividade (CMC), divulgado nesta segunda-feira, dia 06, mostrou um resultado nada satisfatório para os países da América Latina. O Brasil ficou classificado como um dos últimos países em quesitos como burocracia, transparência de seus governos e, por último, no item corrupção. Estes dados são divulgados anualmente e medem a capacidade de todos os países do mundo em termos de desenvolvimento econômico e institucional.

O Brasil foi considerado um dos piores da América Latina por culpa dos governos Lula e Dilma

De acordo com o diretor do CMC, Arturo Bris, o Brasil causa grande preocupação por ser considerado um dos países latino-americanos com o pior #Governo do mundo. Segundo o mesmo, o crescimento do país não é impossível, entretanto, se seus governantes não fazem o que é certo, todo o resto tende a fracassar. Ele culpa exclusivamente os dois últimos governos petistas, tanto de Dilma quanto de Lula, como os únicos responsáveis pela situação extremamente crítica em que o país se encontra.

O Brasil encontra-se na posição de lanterna em relação a todos os demais, ficando atrás da Venezuela, Mongólia e da Ucrânia. Segundo o ranking, o país despencou da posição 58, em 2014, para a posição 60, em 2015, e, atualmente, está na posição 61, o último lugar na classificação. Nesta lista, o Chile é o único da América Latina que aparece entre os primeiros 40 classificados A liderança mundial é de Hong Kong. Na mesma, ainda aparecem, nesta ordem, México, na posição 45, depois Colômbia, na classificação 51, Peru, em 54º, e Argentina na posição 55.

O relatório do CMC considerou, além dos aspectos de corrupção e transparência, outras condições negativas como a demora em se abrir uma empresa no país e as barreiras existentes que dificultam a entrada de capitais. Os dados levantados para a pesquisa são referentes a 2015, portanto, abrangem o último governo Dilma. Isto possibilitou a obtenção de um diagnóstico bem atual da realidade brasileira.

Segundo Bris, este resultado negativo para o país deverá ter um reflexo significativo nas próximas gerações. Elas terão que despender uma grande carga de trabalho e de mais sacrifícios para tentar reverter esta situação. Além disto, o Brasil continuará a sofrer com a constante falta de uma infraestrutura adequada e de um sistema público de saúde e educação muito precários. Segundo o Conselho, a burocracia e a morosidade do serviço público constituem uma das principais barreiras que impedem, diretamente, o seu desenvolvimento econômico.

Na sua conclusão, o CMC advertiu para o fato de que todos os países que fazem parte da América Latina ainda não estão aptos a subirem no ranking mundial, pela falta de uma conjunção de todos os fatores necessários para tal evolução.


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Barrocas-Ba: Prefeitura Municipal realiza aração de terra para agricultores


Prefeitura Municipal de Barrocas realiza aração de terra para agricultores

A Prefeitura de Barrocas, através da Secretaria Municipal de Agricultura, está realizando os trabalhos de aração de terra para agricultores familiares da zona rural do município. A ação acontece em diversas localidades e tem um custo zero para os produtores.

Segundo o Secretário Municipal de Agricultura, Dedé de Quinca, a atual gestão se preocupa com a produção agrícola do município...

A iniciativa da administração municipal visa valorizar o homem do campo e, com isso, aumentar a produção agrícola familiar do município que é fonte de renda para centenas de famílias barroquenses. “Começamos esse serviço um pouco atrasado devido à falta de chuva, mas já estamos com diversas horas de aração beneficiando diversas localidades do município”, concluiu Seu Dedé.

Redação: Barrocas No Ar

Postado por Barrocas No Ar


Lula: Um pelego de aluguel


Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da empreiteira Odebrecht

*José Nêumanne 19 Abril 2017

Para qualquer sindicalista, da direção ou da base, que militasse nos anos 70 no movimento operário, a mais forte condenação feita a um adversário era chamá-lo de pelego. Afinal, de acordo com o Dicionário Houaiss, a palavra designa “agente disfarçado do governo que procura agir politicamente nos sindicatos”. O sentido original do termo remete à “pele de carneiro com a lã, colocada sobre os arreios para tornar o assento do cavaleiro mais confortável”. Ou, por extensão, “indivíduo servil e bajulador, capacho, puxa-saco”. 

Dificilmente alguém que conhecesse, então, a fama de Luiz Inácio da Silva, o Lula, eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema (hoje do ABC) em 1975 com 92% dos votos e principal líder das greves da categoria na virada dos 70 para os 80 do século 20, o desqualificaria dessa forma. Afinal, foi eleito com o apoio do então presidente Paulo Vidal, fundador do chamado sindicalismo autêntico, contra os pelegos comprometidos com a máquina estatal desde o Estado Novo e seus adversários comunistas, leais à linha moscovita do marxismo-leninismo. Reeleito por força própria em 1978, também com quase a unanimidade de votos, construiu sua biografia alheio à herança populista de Getúlio e com fama de líder operário que não dava trégua ao patronato.

Dá, portanto, para imaginar o espanto nacional ao ver e ouvir, no último fim de semana, de um dos mais poderosos e agora sabidamente corruptos e corruptores burgueses brasileiros, Emílio Odebrecht, “patriarca” da empreiteira herdada do pai, Norberto, e passada para o filho, Marcelo, que a empresa lhe pagou propina sistemática (por isso, corruptora) nestes últimos 37 anos. Com dinheiro furtado da Petrobrás e de outras estatais (daí, corrupta), a construtora contratada para prestar serviços financiou campanhas eleitorais do ex-dirigente sindical nas disputas políticas para presidente da República. Isso após haver conseguido os favores dele na condução de greves da categoria em seu Estado, a Bahia.

À noite, em redes nacionais de televisão, de manhã nas edições dos jornais e ao longo de todo o dia nas emissoras de rádio, o empreiteiro bilionário contou um caso de assustar todos os brasileiros. “Foi uma greve que estava perdurando, com problemas seriíssimos. E eu sei que ele não só me ajudou, como criou uma relação diferenciada com o sindicato na área da Bahia, do petroquímico em particular. Isso, para nós, foi importante, tendo em vista o crescimento do petroquímico e tal. Então, você tem um processo de convívio com ele, quase que institucional. De quando em quando, duas, três, quatro vezes... talvez até em determinados anos mais”, disse Emílio Odebrecht literalmente, sem tugir nem mugir.

Brasileiros de todas as regiões, fés religiosas, idades e convicções políticas têm sido informados “noturna e diuturnamente”, como diria sua discípula favorita e sucessora, Dilma Rousseff, de que para manter o seu Partido dos Trabalhadores (PT) no governo o herói proletário permitira o diabo sob sua gestão. E não apenas para ganhar eleições, mas para ficar no poder. Sob sua égide, a referida senhora e seu vice, Michel Temer, protagonizaram a maior fraude eleitoral da História, que está sob julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E pelo que foi apurado até agora dá para perceber que, nos três mandatos e meio dos petistas, nenhum cofre da República ficou incólume: todos foram esvaziados.

O delegado Romeu Tuma Jr., filho do homônimo ex-diretor do Dops e da Polícia Federal, revelou em seu livro Assassinato de reputações (Topbooks, 2013) que o mais popular líder político da História do País foi informante de seu pai nos movimentos sindicais. Pode até não ser verdade. Só que até agora ninguém desmentiu oficialmente os argumentos usados pelo policial, ex-secretário de Segurança do Ministério da Justiça no primeiro mandato do indigitado.

Os depoimentos dos 78 executivos e ex da Odebrecht, já chamados de delação do fim do mundo e agora também do mundo todo, de vez que abrangem todo o espectro ideológico e político do País, trazem novas informações e documentos que jogam no pântano sua pretensão a ser o brasileiro mais honesto de todos os tempos. E conforme foi revelado agora, constata-se seu papel de “pelego enrustido” (apud Houaiss, dissimulado), eis que sempre atuou a serviço daqueles que publicamente execrava nas assembleias, nos palanques, nos meios de comunicação e nos pronunciamentos oficiais. Emílio contou que a Odebrecht participou da redação do documento mais importante da campanha histórica que levou ao poder pela primeira vez na História do Brasil um operário braçal, ele próprio: a Carta ao Povo Brasileiro.

E não ficou nisso. No livro O que Sei de Lula (Topbooks, 2011), registrei a versão muito comum, disseminada por empresários que conviveram com um dos ideólogos do golpe militar de 1964, o general Golbery do Couto e Silva, de que o metalúrgico teve a carreira apadrinhada por este. Fê-lo para evitar que seu inimigo, Leonel Brizola, encampasse os sindicatos de esquerda na redemocratização. Emílio Odebrecht contou o seguinte: “Eu fui pedir ajuda ao Golbery, conversar essas coisas todas para lhe pedir uma orientação e na conversa vai, conversa vem, vem o negócio de Lula. E ele chegou e fez um negócio que me marcou. ‘Emílio, Lula não tem nada de esquerda’. Foi-lhe, então, perguntado: ‘Nada de esquerda?’ E Emílio explicou: ‘Nada de esquerda. Ele é um bon-vivant. Olha, e é verdade. Ele gosta da vida boa’.” Pois é.

Réu em cinco processos na Justiça e alvo de mais seis petições remetidas pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, a várias varas da primeira instância, Lula já tem problemas de sobra para enfrentar. Só faltava a revelação de que o herói da classe trabalhadora nunca passou de um pelego enrustido, alugado pela corrupta burguesia nacional.

*Jornalista, poeta e escritor


Fonte: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/


“Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da Odebrecht”, afirma Nêumanne


Nêumanne dispara: “Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da Odebrecht”

Está em sua coluna no Estadão.

O jornalista José Nêumanne (foto) é certamente dos maiores críticos de Lula e do PT, e isso já tem tempo. Em sua última coluna no Estadão, tratando da ligação histórica entre Lula e Emilio Odebrecht, a contundência foi mantida.

Seguem trechos:

“Um pelego de aluguel – Lula vendia o controle das greves que liderava ao patriarca da empreiteira Odebrecht – Dá, portanto, para imaginar o espanto nacional ao ver e ouvir, no último fim de semana, de um dos mais poderosos e agora sabidamente corruptos e corruptores burgueses brasileiros, Emílio Odebrecht, “patriarca” da empreiteira herdada do pai, Norberto, e passada para o filho, Marcelo, que a empresa lhe pagou propina sistemática (por isso, corruptora) nestes últimos 37 anos. Com dinheiro furtado da Petrobrás e de outras estatais (daí, corrupta), a construtora contratada para prestar serviços financiou campanhas eleitorais do ex-dirigente sindical nas disputas políticas para presidente da República. Isso após haver conseguido os favores dele na condução de greves da categoria em seu Estado, a Bahia (…)

O delegado Romeu Tuma Jr., filho do homônimo ex-diretor do Dops e da Polícia Federal, revelou em seu livro Assassinato de reputações (Topbooks, 2013) que o mais popular líder político da História do País foi informante de seu pai nos movimentos sindicais. Pode até não ser verdade. Só que até agora ninguém desmentiu oficialmente os argumentos usados pelo policial, ex-secretário de Segurança do Ministério da Justiça no primeiro mandato do indigitado.”

Ela pode ser lida na íntegra  aqui.



Fonte: http://www.implicante.org/noticias/