quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Os filhos da CUT e os filhos do Brasil


Há dois grupos em conflito: os filhos da CUT e os filhos do Brasil. Eles podem ser facilmente reconhecidos pelas cores que usam nas manifestações: os filhos do Brasil vão de verde-amarelo; os filhos da CUT preferem vermelho.

Os filhos do Brasil, mais numerosos, fazem seus protestos no domingo, porque precisam trabalhar na segunda-feira. Os filhos da CUT, em menor número, fazem seus protestos no meio da semana, porque têm estabilidade no emprego ou foram liberados pelos chefes. Sem contar o pão com mortadela, é claro.


Os filhos da CUT invadem propriedades (como fizeram com a Fazenda Figueira, em Londrina, uma das mais produtivas do Brasil). Os filhos do Brasil garantem uma safra recorde e carregam a economia do País nas costas. Mesmo assim, os filhos do Brasil são chamados de capitalistas, burgueses, exploradores e escravocratas. Enquanto isso, os filhos da CUT recebem polpudas verbas federais para continuar realizando suas marchas e invasões.

Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de golpistas. E, no entanto, é o presidente da CUT que incita seus correligionários a pegar em armas para defender a “presidenta”. Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de fascistas. E, no entanto, são os filhos de CUT que poderiam dizer, com Mussolini: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de inimigos da democracia, mas quem defende a turma do mensalão e do petrolão são os filhos da CUT; e também são os filhos da CUT que querem censurar os filhos do Brasil nos jornais e nas redes sociais.


Os filhos do Brasil constituem a imensa maioria, algo como 91% da população. Mesmo em minoria, os filhos da CUT são muito perigosos, porque nada têm a perder, exceto o poder. E, vamos admitir, eles são muito mais experientes em estratégias e manipulações. Sem contar que os filhos do Brasil são amadores na política, não têm emprego estável nem ajuda oficial; precisam lutar pela sobrevivência, e isso consome tempo e energia. Só os filhos da CUT podem se dedicar à política em tempo integral.

Os filhos da CUT estão muito nervosos de um tempo para cá, principalmente depois de certas prisões efetuadas pela Operação Lava Jato. Ultimamente eles também não têm apreciado bonecos infláveis. Por falar em Lava Jato, há um teste infalível. Se você estiver em dúvida se alguém é filho da CUT ou filho do Brasil, pronuncie calmamente as palavras “Sérgio Moro”. Se o sujeito sorrir, é filho do Brasil. Se fizer careta ou sair correndo, é filho da CUT.

Os filhos da CUT também são filhos do Brasil, e merecem perdão. Mas ajudaria se eles parassem de mandar em nós. Misericórdia!

Paulo Briguet é Jornalista. Originalmente publicado no Jornal de Londrina em 24 de agosto de 2015.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Após acareação de Youseff e Costa, deputado pede convocação de Lula em CPI da Petrobras

Deputado Onyx Lorenzoni diz que Lula precisa
prestar depoimento na CPI da Petrobras
Após acareação entre os delatores da Lava Jato Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa nesta terça-feira (25), o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) conversou com a repórter Izilda Alves, da Rádio Jovem Pan e pediu a convocação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na CPI da Petrobras. Segundo ele, o político do PT é o “pai do Petrolão”, e tanto Lula quanto Dilma Rousseff tinham conhecimento das operações ilícitas que ocorriam na estatal.

O deputado elogiou a acareação, especialmente pela autorização de depoimento de Youssef, que possui habeas corpus, e afirmou que pela primeira vez os delatores fizeram referência ao quanto o governo sabia do esquema de corrupção na Petrobras.

“Eles citaram que no fim do governo Lula e no início da gestão de Dilma três ministros – Antônio Palocci, Lobão e Paulo Bernardo – solicitaram, direta ou indiretamente R$ 5 milhões. Eu questionei e eles confirmaram em seus depoimentos que o valor chegou ao destino por caixa dois”, revelou o deputado.

Um dos membros da comissão de inquérito da estatal, Lorenzoni destacou que com estes depoimentos a CPI “começa a apontar e chegar mais perto da cadeia de corrupção”.

O deputado reforçou ainda o pedido de convocação de Lula à CPI da Petrobras, e explicou que basta uma votação para que isso ocorra. “Eu fiz o requerimento para que o presidente debate a questão, e assim poderemos saber quem quer seguir com a investigação”, apontou.

“Lula tem que vir para a CPI sim, porque o povo brasileiro quer saber até onde foram as ações do ex-presidente. Lula não é intocável, é cidadão comum”, disse.

Envolvido nos estudos das documentações, o deputado garantiu que fica cada vez mais claro que o PT foi barriga de aluguel, e destaca: “Paulo Roberto Costa é cria de Lula, o PT não tinha ouvido falar dele”.


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  • terça-feira, 25 de agosto de 2015

    DILMA BOLADAÇA 3 – Ela diz ter sido surpreendida pelo envolvimento do PT no petrolão. É mesmo? Agora, a do papagaio!

    Boneco de Lula caracterizado como presidiário
    virou símbolo destes tempos
    É claro que o tema corrupção teria de entrar na entrevista concedida pela presidente Dilma Rousseff aos três jornais. Aí, de fato, a presidente vai um pouco além do razoável e aposta excessivamente na credulidade dos brasileiros. Não é prudente para quem tem apenas 7% de popularidade.

    “Não imaginava [pessoas ligadas ao PT envolvidas com irregularidades na Petrobrás]. Fui surpreendida. Lamento profundamente. Sou a favor de uma coisa que Márcio Thomaz Bastos [advogado e ex-ministro morto no ano passado] dizia. Não espere que sejam as pessoas a fonte da virtude. Tem de ser as instituições. Elas é que precisam ter mecanismos de controle. Quem pode colocar luz sobre um processo de corrupção é a maturidade institucional do País. Acho que somos uma democracia forte. Porque as instituições não são vulneráveis aos desígnios pessoais de quem quer que seja. Ninguém pode chegar à Presidência e olhar para processos de corrupção como uma coisa pessoal. Só pode olhar e ver que o País deu um passo e foi para frente. Agora, sou a favor, em qualquer circunstância, do direito de defesa. É isso que torna a democracia forte.”
    Ainda que os petistas só tenham descoberto as virtudes do direito de defesa depois da chegada ao poder, vá lá: quem, além deles, era contra?

    O que não dá para engolir é a surpresa, não é mesmo? Especialmente porque a cúpula do seu partido já tinha ido parar na cadeia por causa do mensalão. Atenção! A Operação Lava-Jato havia começado em março. Sabem quando a então candidata à reeleição Dilma Rousseff admitiu pela primeira vez a possibilidade de roubalheira na Petrobras? Só no dia 18 de outubro, faltando apenas oito dias para o segundo turno das eleições e 13 depois do primeiro. As pesquisas apontavam uma possível dianteira de Aécio Neves.


    E não que ela tenha sido clara, peremptória. Disse então: 

    “Eu farei todo o meu possível para ressarcir o país. Se houve desvio de dinheiro público, nós queremos ele de volta. Se houve, não: houve, viu?”.
     
    Notaram o “se”? Paulo Roberto Costa decidira fazer delação premiada em agosto, comprometendo-se a devolver R$ 70 milhões. Alberto Youssef, em setembro. Em outubro, a candidata do PT ainda tinha dúvidas sobre o envolvimento do seu partido na sem-vergonhice.

    A presidente Dilma deveria ter um pouco mais de respeito pela inteligência alheia. Até então, o PT tratava as denúncias de roubalheira na Petrobras como um grande complô para privatizar a empresa.

    Encerro com uma observação absurda feita por Dilma, depois de jurar a sua proximidade eterna com Lula: 

    “Minhas relações com Lula são as mais próximas. Quem tentar me afastar dele não conseguirá. Mas botar bomba no Instituto Lula, fazer aquele boneco (Lula vestido de presidiário) é um desserviço para o País.”

    A afirmação é típica de uma mente perturbada. Jogar a bomba no instituto é mesmo inaceitável e certamente é coisa de gente que queria que os petistas contassem com esse ativo, digamos, moral. É coisa de quem queria o PT como vítima.

    Quanto ao boneco, qual é o problema? É parte da liberdade de expressão. A menos que Dilma reclame dos muitos de Eduardo Cunha malhados nas passeatas do PT, o juízo, além de confundir livre expressão com violência, ainda comete o pecado da censura seletiva.

    Dilma deveria ter se poupado e ter nos poupado. Já que não o fez, merece ser desconstruída. 

     Por Reinaldo Azevedo

    Barrocas: Emergência do Hospital Municipal registrou três acidentes neste final de semana

    Foto: Arquivo JNV

    A emergência do Hospital Municipal Doutor José Maria Magalhães Neto registrou entre o sábado (22) e o domingo (23) três acidentes envolvendo motocicletas segundo dados da direção. No caso mais grave o paciente precisou ser transferido para o HGE em Salvador. 

    Antônio Ademilton Silva de Jesus, 30 anos, morador do povoado de Lagoa do Velho, zona rural do município de Barrocas deu entrada na emergência do Hospital por volta das 17h do domingo (22), por conta do seu estado grave precisou ser transferido imediatamente para o Hospital Geral Estadual em Salvador. Seu estado atual ainda é desconhecido bem como as causas do acidente. 

    Mais duas outras vitimas de acidente de moto deram entrada na unidade, dessa vez sofreram apenas escoriações pelo corpo. O índice de acidente envolvendo motociclista ainda é alto no município. O JNV alerta sempre para a importância do uso dos equipamentos obrigatórios de segurança bem como prudência na condução de qualquer veículo.


    Ronda @ Nossa Voz- Por Victor Santos


    segunda-feira, 24 de agosto de 2015

    Movimentos a favor de Dilma?

    Se a laranja do Lula tivesse um mínimo de dignidade ou honradez, renunciaria. Como desconhece ou despreza esses atributos, sabe-se que continuará ignorando a indignação e os apelos sofridos do povo brasileiro. Portanto, não imitará seu colega chavista grego, Alexis Tsipras.
    A diferença entre ambos é que ele renunciou numa jogada de marketing para se reeleger em novas eleições sabendo que não tem outros adversários mobilizados para derrotá-lo no curto prazo. Já Dilma...
    Segundo consta, apesar dos fartos subsídios e alimentos distribuídos aos desocupados e sindicalistas convocados pelo PT para aplaudir Dilma, o "público" presente aos "atos" pró-Dilma não chegou a um centésimo do número de manifestantes anti-Dilma-Lula-PT de 16 de março.
    E ainda assim, metade desse público comprado era declaradamente contra Dilma: segundo o instituto pró-petista Datafolha, de cada 2 "manifestantes", só um era a favor da espúria mandatária.

    Assim, fica mais uma vez evidente que estamos numa ditadura disfarçada, pois com apenas uma marcha contra Collor, com menos de um terço de qualquer uma das três manifestações contra o desgoverno petista, tivemos impeachmentnos anos 90, quando o Brasil ainda era uma democracia.Ao invés disso, observamos o regime lulopetista se fechando cada vez mais, com a ditadora nomeando novos desembargadores lulopetistas no Tribunal Superior de Justiça e emitindo decretos e projetos de lei que proíbem críticas, opiniões e acusações contra a quadrilha encastelada no poder.
    Opositores são acusados, difamados e execrados por agentes governamentais, publicitários e jornais dominados.

    Exemplo mais recente foi a tentativa de processar Danilo Gentili pela muito pertinente frase:"Instituto Lula forja ataque para sair de vítima e o máximo que conseguem com isso é todo mundo dizendo 'que pena que o Lula não tava lá na hora'".


    Além dos simulacros de 'atentado' (coquetel molotov caseiro na calçada) e 'invasão' (só se for por parte de algum dos milicianos petistas que rodearam o Instituto no dia da tal invasão) do Instituto Lula, o regime ainda despeja milhões nos bolsos de propagandistas e 'artistas' que defendem o regime, enquanto falta dinheiro para remédios, médicos, professores, segurança e infra-estrutura para o povo brasileiro.

    Exemplo notório foi a revelação de que Jeferson Monteiro, tuiteiro do personagem Dilma Bolada, vendeu-se por R$ 20 mil por mes para fazer piadinhas e comentários a favor da fantoche de Lula no Twitter, com dinheiro desviado do PeTrolão, crime de lesa-pátria investigado pela Operação LavaJato, perpetrado pelo PT contra a Petrobrás e o povo brasileiro.




    Em face disto, o Fusca está pensando em se candidatar à milionária legião dos MAVs (Milícias - petistas - dos Ambientes Virtuais) divulgando charges a favor de Dilma:






    O BRASIL QUE DILMA E LULA AINDA NÃO ENTENDERAM…

    (ELIANE CATANHÊDE)
    Nesta encrenca política tão grande e tão desafiadora, inverteu-se o jogo. Diante da crise política e econômica, com a Lava Jato chegando ao Congresso, é a elite quem toma a dianteira para apoiar o claudicante governo Dilma Rousseff, enquanto as grandes massas que vão às ruas rejeitam o PT e se aproximam da oposição, inclusive, ou principalmente, do PSDB.

    Se o PT borrou ainda mais as já embaçadas noções de direita e esquerda, consegue agora também fazer uma baita confusão entre o que é “elite” e o que é “massa”. Não custa lembrar que Lula, Dilma, José Dirceu e as sucessivas cúpulas petistas já são elite há bastante tempo, não é mesmo? E, aparentemente, a elite institucional uniu-se para salvar o mandato de Dilma e parte da elite empresarial dá sinais nesse mesmo sentido.

    Até a novidade do “protesto a favor”, na quinta-feira, não deixa de ser um movimento de cúpulas, patrocinado pela elite dos velhos (CUT, MST e UNE) e novos (como o MTST) braços do PT. A turma foi transportada em ônibus, vestindo camisetas e carregando bandeiras vermelhas novinhas em folha. Alguém pagou por isso, talvez até por mais do que isso.

    De outro lado, os “protestos-protestos” mobilizaram dez vezes mais pessoas, na grande maioria de classe média, vestindo suas próprias camisetas verdes e amarelas e carregando bandeiras do Brasil que, provavelmente, elas próprias pagaram. Será que esses manifestantes que injetaram novidade e viço à cena política e às ruas de todo o País são “da elite”? Pareciam cidadãos e cidadãs comuns, dessa gente que trabalha, estuda, é aposentada ou rala em micro e pequenas empresas – e paga impostos e conta de luz nas alturas.

    A guerra continua, mas com sinais invertidos e com o PMDB, o deputado Eduardo Cunha, o ministro Gilmar Mendes (STF/TSE) e os velhos e novos delatores da Lava Jato bem no meio dela. Uma guerra que pode ser tudo, menos da “elite branca” contra “a massa oprimida”. Isso é coisa do passado, quando o PT ainda podia apresentar-se como partido dos trabalhadores.

    sábado, 22 de agosto de 2015

    CNBB: Coordenações iniciam planejamento das Pastorais Sociais

    “Cuidado da casa do ser humano e cuidado com o ser humano, especialmente os mais pobres”. Esta premissa guiará as reflexões dos coordenadores das Pastorais Sociais e Organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos no Centro Cultural de Brasília (CCB), até quinta-feira, dia 20.

    O planejamento das atividades para o quadriênio 2015 a 2019 terá como referência as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), publicadas no Documento 102 da entidade, e a encíclica do papa Francisco, Laudato Si’ – sobre o cuidado da casa comum.

    O encontro iniciado nesta terça-feira, 18, reúne coordenadores de Pastorais e Organismos e os bispos referenciais com os objetivos de refletir sobre a atuação, avaliar a caminhada frente aos desafios da atualidade e planejar, para o quadriênio 2015-2019, o trabalho que será realizado nas bases “a fim de prestar um serviço mais eficaz junto aos mais empobrecidos, tornando presentes os sinais do Reino”.

    Para o bispo de Santa Cruz do Sul (RS) e referencial das Pastorais Sociais do regional Sul 3 da CNBB, dom Canísio Klaus, a encíclica irá desafiar as pastorais e organismos - ligados à Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz - a integrarem em suas ações o tema da vida no planeta, cuidando da criação, uma vez que “defendem o dom de Deus, que é a vida”.

    O bispo considera que a inspiração do texto do papa Francisco será “de muita importância” para as avaliações e projeções do trabalho. “Estamos aqui reunidos dentro deste objetivo comum para aprofundarmos bem o tema da vida e o respeito com a dignidade da natureza”, afirma.

    Análise

    O encontro das coordenações das Pastorais Sociais e organismos da CNBB começou com momento místico, seguido das análises de conjuntura eclesial, política e econômica. O assessor político da CNBB, Carlos Daniel Seidel, apresentou como desafios para as Pastorais o reestabelecimento do “diálogo construtivo” com os movimentos populares, a exemplo da iniciativa do papa Francisco por ocasião dos Encontros Mundiais com os grupos, promovidos em outubro de 2014, em Roma, e em julho deste ano, na Bolívia.

    “Um dos desafios é justamente, diante desse contexto de crise, é poder dialogar mais com os movimentos sociais, que as Pastorais Sociais e os organismos voltem a manter um diálogo construtivo com os movimentos populares na linha daquilo que o papa Francisco teve a iniciativa”, conta.

    Seidel destaca a necessidade de construção de “relações de confiança”, para que seja reconstruído o projeto democrático, a partir das bases da Igreja Católica, dos serviços e pastorais. “É muito importante que essa construção seja no diálogo com os movimentos sociais e populares e, a partir daí, rebata nas instâncias partidárias, da participação política em conselhos junto ao Congresso Nacional, mas que essa atuação seja mais articulada”, ressalta. Um exemplo de articulação, de acordo com o assessor, é a mobilização da Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, que reuniu mais de cem entidades da sociedade civil na proposta de uma lei de iniciativa popular pela reforma política.

    No período da tarde, foi apresentado o estágio da pesquisa sobre a ação social da Igreja Católica. Tiveram, ainda, avaliação dos trabalhos das pastorais e reflexão sobre o 21º Grito dos Excluídos.