sábado, 20 de abril de 2013

Rosemary Noronha se hospedou em embaixada em viagem não oficial, diz revista



Denunciada no fim do ano passado pelo Ministério Público Federal (MPF) por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva, a ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, agora, é acusada de usar sua influência para se hospedar na embaixada do Brasil em Roma, na Itália, em viagem não oficial realizada em 2010. A informação foi obtida pela revista Veja, através do relatório da comissão especial da Presidência da República. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, solicitou que Rosemary fosse, novamente, investigada e determinou a instauração de processo administrativo contra a ex-funcionária.

E-mails obtidos pela Presidência mostram que Rosemary foi convidada pelo então embaixador do Brasil na Itália, José Viegas, a ficar hospedada no Palazzo Pamphili com o marido. Com ajuda da Controladoria-Geral da União, os técnicos do governo apuraram que a ex-chefe de gabinete não estava a trabalho em Roma. Por isso, a estada nas dependências diplomáticas poderia ser considerado um caso de apropriação particular do patrimônio público. Hoffmann recomendou ao Itamaraty a apuração do episódio.

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