https://www.youtube.com/watch?v=sGkbzYrydk8
BARROCAS: A HISTÓRIA QUE A HISTÓRIA NÃO CONTOU
domingo, 4 de fevereiro de 2018
Texto do pensamento do bandido viraliza na Internet, leia!
PENSAMENTO DO BANDIDO!
Se eu tenho o que quero, na hora que quero, para que trabalhar e ganhar uma miséria de um salário mínimo. A lei está do sempre meu lado.!!!
Se eu for preso ela me solta, me dá assistência, me dá alimentação, dá pra minha família uma bolsa superior ao salário de miséria do trabalhador.
Se eu roubo teu carro e a PM me persegue, eu acabo com teu carro e não pago nada por isso.
Se eu mato teu pai e deixo tua mulher viúva e teus filhos órfãos vai ser na minha casa que os direitos humanos irão pra dar assistência social e psicológica pra mim e pra minha família.
Se te dou uma pisa e tomo teu celular e os PMs me derem um tapa, no outro dia estou solto pela audiência de custódia e os PMs ainda vão responder por me agredir.
Se eu for preso por estelionato e o delegado arbitrar fiança eu pago com o dinheiro das minhas vítimas e ainda terá um monte de dinheiro pra charlar e sorrir da justiça e das vítimas.
Se eu estuprar mulheres e crianças no mesmo instante aparecem um monte de PHD em psicologia pra dizer que sou débil mental e fico solto pra fazer tudo novamente.
Se sou menor de idade posso matar, roubar, estuprar, destruir e fico uns três meses tendo amparo do governo com uma caminha nova, comida regrada por nutricionista, aulas de computação e o melhor de tudo: aos 18 anos minha ficha é limpa.
Pra que se matar de trabalhar? Se o crime e o tráfico me torna Barão da noite pro dia.
Intervenção Militar, Urgente, essa é a única solução…….
Fonte: https://www.newsatual.com/
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Forte desabafo de ministro coloca em evidência perigo no ‘caso Lula’
Luís Roberto Barroso publicou um artigo que foi divulgado pelo jornal ‘Folha de São Paulo’.
O ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF), fez um forte desabafo em um artigo escrito juntamente com Rogerio Schietti, ministro do Tribunal Superior de Justiça (STJ). Barroso mostrou-se um defensor de prisões após condenação em segunda instância, colocando evidência para crimes de corrupção cometidos pelos chamados ”colarinho branco”.
No artigo, o ministro enfatiza que o Judiciário demora muitos anos para julgar um processo, fazendo com que o acusado ganhe tempo na Justiça, trazendo um custo tanto social, econômico e moral para a sociedade. Barroso falou que o Judiciário se tornou um lugar de ”refúgio” para os acusados, em que sobrevive aquele que tem menos razão.
Nesta última semana, os desembargadores do Tribunal Regional Federal (TRF-4) decidiram por 3 x 0 a condenação do ex-presidente Lula em 12 anos e um mês de cadeia. Após decisão, o Supremo trouxe à tona a discussão de prisões após condenação em segunda instância. Lula corre o risco de ser preso.
O ministro Barroso afirmou que o sistema prisional brasileiro estaria ”extremamente disfuncional”, colocando a sociedade em dois pontos derradeiros: a violência e a corrupção. O ministro do Supremo citou que na cadeia há presos em primeiro grau, que foram pegos em flagrante e continuam em regime fechado, o ministro citou isso para defender a prisão em segunda instância, mostrando que para algumas pessoas a Lei é bem mais dura.
Sobre crimes de corrupção, Barroso sinalizou que apenas 1% dos presos do país estão nesta categoria.
Os corruptos não teriam uma aparência violenta, porém seus crimes fizeram adoecer milhares de pessoas e têm grande impacto na sociedade.
História pode mudar
O fato da prisão em segunda instância, mostra, segundo Barroso, que a história do Brasil pode mudar. Aceitar as condenações colocando criminosos na cadeia tiram a imagem de impunidade do Judiciário. O ex-presidente Lula não foi citado no artigo, porém as discussões sobre prisão em segunda instância ganharam os holofotes com a condenação do petista. Lula é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, réu em diversos processos e chegou a ter sua pena aumentada pelo TRF-4.
Lula foi acusado de ser dono de um imóvel localizado no litoral de São Paulo, em Guarujá. O imóvel é fruto de uma propina recebida em acordo com empreiteira e o petista se beneficiou ilegalmente. A defesa alega que Lula é inocente e estaria sendo um ”perseguido político”, o petista também nega que cometeu qualquer crime.
Via: blastingnews
Fonte: https://www.newsatual.com/
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Gilmar Mendes ‘foge’ de Lula e dá declaração conturbada para petistas
O ministro do STF se pronunciou sobre problema que atinge Lula após condenação em segunda instância.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, deu declarações a respeito de condenados em segunda instância e da Lei Ficha Limpa. Como sabemos, o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi condenado a 12 anos e um mês pelos desembargadores do Tribunal Regional Federal, da 4ª Região. O petista estaria inelegível, ou seja, impedido de concorrer as eleições presidenciais deste ano e ainda corre o sério risco de ir para a cadeia. Lula foi acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Gilmar Mendes evitou pronunciar o nome de Lula, mas deu um ”tiro no pé” do ex-presidente quando afirmou que, conforme a Lei Ficha Limpa, um político não poderia se candidatar à presidência, caso esteja envolvido em casos de corrupção.
Mendes disse que como houve uma decisão em segundo grau, a Lei não permite a eleição. Gilmar Mendes lembrou que foi um dos críticos da lei aprovada no Congresso em meados de 2010 e disse que agora essa questão estaria definida de forma pacífica.
A respeito da prisão após condenação em segunda instância, Gilmar Mendes citou que a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, evitou trazer o tema à tona, pois já foi discutido duas vezes pelos magistrados. Mendes disse que cabe apenas a Cármen a decisão de colocar em pauta o assunto.
O fato de Lula ser condenado mobilizou ministros do STF para tratar sobre prisões em segunda instância. Lula corre o risco de ir imediatamente para a cadeia após sua condenação e decisão dos ministros de 2016, que aprovaram a condenação partindo do entendimento de magistrados em segunda instância.
Lula diz que é um ”perseguido político” e sua defesa enfatiza que o ex-presidente é inocente de todos os crimes apontados. O petista é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo um imóvel localizado no Guarujá, litoral de São Paulo. O imóvel seria resultado de propinas em acordos com empreiteiras.
Os desembargadores do TRF-4 tiveram a tensa missão de decidir o futuro do petista, a votação foi 3 x 0, colocando Lula em situação delicada e ainda aumentando sua pena. A princípio, o juiz federal Sérgio Moro decidiu que Lula ficaria 9 anos e seis meses na prisão, porém a segunda instância resolveu atribuir 12 anos e um mês de cadeia. O petista tinha como objetivo se tornar candidato nestas próximas eleições, pesquisas de intenções de votos estariam mostrando que Lula está na primeira colocação.
Via: blastingnews
Fonte: https://www.newsatual.com/
Tensão nos quartéis impulsiona Cármen Lúcia e ministros da Corte se calam
Militares teriam causado uma motivação na presidente da Corte e ela decidiu agir pelo bem do país.
Uma atitude da presidente do Supremo Tribunal Federal (#STF), ministra Cármen Lúcia, chegou a surpreender alguns ministros da Corte. Ela deixou bem claro que não deixará, em hipótese nenhuma, que o Supremo se apequene diante do processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A pressão sobre a ministra era para que fosse colocado em pauta, em caráter urgente, um possível novo entendimento sobre a prisão após condenação em segunda instância. O ministro Marco Aurélio Mello, por exemplo, é um dos que estava exigindo uma decisão rápida da ministra. Lula poderia ser beneficiado por um novo entendimento da Corte, e a Operação Lava Jato poderia sofrer um duro baque.
Porém, um apoio forte deu sustentação a Cármen Lúcia. Militares deram o recado de que não aceitariam serem chefiados por um futuro presidente condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os quartéis estavam fervendo, e o nome do general Antonio Hamilton Mourão sempre era lembrado como uma figura destemida que trouxe uma pressão maior contra os suspeitos de corrupção.
Cármen Lúcia precisava mostrar que o STF era maior do que a condenação de Lula e qualquer atitude errada poderia alterar os ânimos das Forças Armadas. Ela determinou que não colocaria em pauta no STF esse assunto da condenação em segunda instância e que a Corte não se dobraria diante de um caso específico, como do ex-presidente.
Militares
Conforme informações da coluna do jornalista Domingos Fraga, colunista do portal de notícias R7, militares não querem um Judiciário que beneficie Lula, mas exigem que ele seja julgado dentro da legalidade.
As Forças Armadas estariam atentas para que o caos não tome conta do país. Os diversos ataques dos petistas contra o Judiciário, demonstrando um tipo de desobediência civil, também está sendo monitorados pelos oficiais.
Para os militares, todos esses discursos de ódio dos defensores de Lula são apenas uma radicalização para atender um objetivo eleitoral.
Ministros em silêncio
Após a decisão da ministra, os seus colegas do Judiciário decidiram aguardar e não mais pressioná-la. Muitos ministros acreditam que o suspeito só deve ser preso após se esgotarem todos os recursos e esse assunto tem causado muito polêmica.
O ministro Gilmar Mendes pensa em mudar de posição, já que em 2016 votou a favor da prisão após condenação em segunda instância. Porém, Rosa Weber também poderia mudar de posicionamento e nem mesmo a Corte sabe qual seria o melhor entendimento nesse caso.
Uma coisa é certa, colocar esse assunto em evidência no momento poderia ser visto como uma forma de ajudar o ex-presidente Lula, que se agarra aos últimos recursos para não ser preso. A esperança do petista seria um decisão monocrática de algum ministro do STF dando a ele um habeas corpus.
Via: blastingnews
Fonte: https://www.newsatual.com/
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