domingo, 31 de março de 2019

ALEXANDRE GARCIA DETALHA O 31 DE MARÇO DE 64 E DESTRÓI A NARRATIVA DE 'GOLPE' DA MÍDIA E ESQUERDA



ALEXANDRE GARCIA DETALHA O 31 DE MARÇO DE 64 E DESTRÓI A NARRATIVA DE 'GOLPE' DA MÍDIA E ESQUERDA

https://www.youtube.com/watch?v=RrGR4fOuzWQ

#EleSim




Ele não tem a erudição nem a elegância de um sociólogo que é partidário da liberação das drogas e que comprou um congresso para manter-se no poder e tomou posse de um plano econômico que não foi criado por ele e fez questão de descredenciar a quem o criou e idealizou.

Ele não tem a eloquência e a expertise de um genial estelionatário que consegue iludir desde ao mais analfabeto dos analfabetos aos mais letrado dos letrados .

Ele não aparenta ser muito inteligente mais é mil vezes mais culto e determinado do que uma senhora-poste que ao poder chegou por duas vezes, sabe-se como é por quais meios.

Ele confessa nada saber de economia e convida, dando carta branca, a um genial e preparadíssimo profissional do ramo.

Ele demonstra priorizar o combate ao pior de todos os males do mundo, a corrupção, ao convidar o mais brilhante e justo Jurista da história desse país, depois de Rui Barbosa, mesmo sem ter a erudição do mesmo,mas, nunca se viu até hoje um Juiz que fosse tão ativo e resolutivo como ele.

Ele quer sepultar de vez à velha e meliante política do Toma-La-Dá-Cá enraizadas há mais de 30 anos no Congresso Nacional.

Ele só tem 90 dias como Presidente e querem que ele conserte o desastre dos últimos 16 anos onde a corrupção chegou a níveis absurdos.

Ele demonstra amor à sua Pátria, por isso continuo dizendo : #EleSim

Eduardo Leite

sexta-feira, 29 de março de 2019

domingo, 24 de março de 2019

Rodrigo Maia chantageia o Brasil.
Os brasileiros devem enfrentá-lo! (Veja o Vídeo)


24/03/2019 

É bem isso! Não podemos nos iludir. Em movimentos que revelam seu envolvimento direto com o velho sistema político, esse petulante tenta de toda forma, proteger a estrutura da qual faz parte, para que seus integrantes não sejam atingidos pela operação Lava-Jato. E faz isso, de forma escancarada.

Primeiro tenta, de modo arrogante, atrevido e mal educado, desqualificar o Ministro Sérgio Moro, visando tirar sua autoridade e enfraquecer o projeto de reforma do sistema penal e processual penal brasileiros que foram remetidos pelo ex-Juiz ao Congresso Nacional.

Depois, morde e assopra o governo, acusando o Presidente Jair Bolsonaro de não ter "articulação política" e de "não fazer política".

Por fim, joga no sentido de dizer que não há espaços para a tramitação conjunta da chamada "reforma da previdência" juntamente com a coleção de novas leis de combate à corrupção.

O que Rodrigo Maia quer? É muito fácil de entender.

Primeiro, de forma pesada, como representante do atraso que foi varrido nas urnas (mas que ainda se mantém vivo em algumas estruturas do Estado), quer se livrar e livrar totalmente os seus dos efeitos da Operação-Lava Jato. Não somente para ficarem impunes, mas para - se der - seguirem na prática delitiva de pilhagem do Estado brasileiro. Ou seja: manter seus negócios, impunemente.

Vamos lembrar que seu sogro, o ex-ministro Moreira Franco, foi preso essa semana junto com Michel Temer.

Segundo quer garrotear o governo, para estabelecer o toma lá, dá cá de sempre. Ele não tem um pingo de patriotismo! Ele e os seus, só têm esse caminho. É lutar, ou morrer (no sentido figurado).

Quem é Rodrigo Maia? É um deputado eleito com mirrados 70 mil votos, representante do Rio de Janeiro, um Estado que é o ninho da corrupção e que foi carcomido por ela.

Ele tem estatura para chantagear um governo que está cumprindo os compromissos que foram abraçados por mais de 57 milhões de brasileiros? Claro que não! Ou você acredita no IBOPE que mais uma vez promove um engodo histórico tentando induzir o Brasil em erro dizendo que o governo está fraco?

No Brasil de hoje, o combate à corrupção é uma UNANIMIDADE. E sem volta!

O governo precisa fazer política? Claro que sim! Mas a boa política, com bons políticos, sem ceder à extorsões, ameaças, coações e pressões de uma minoria que está rebolando como minhoca no álcool vendo a Polícia Federal chegar.

A velha política está com seus dias contados! E o governo, se tiver coragem mínima, isola essa turma, pois tem base social sólida, atenta, participativa e vigilante. Basta ver as reações nas mídias sociais.

É hora do Presidente convocar a nação, para de forma ordeira, democrática, respeitando as instituições e o processo de formação legislativa, pôr o povo para jogar neste tabuleiro de xadrez.

Quem tem que ser isolado é Rodrigo Maia e os seus! Eles estão fora do contexto do novo Brasil! Não se faz negócio bom, com gente ruim! Passa, rapaz!

Era só o que faltava: o Brasil fazer reverência a um "bicho-da-banha"...

Assista ao meu vídeo:

Sergio Moro é intensamente aplaudido ao fazer discurso contundente sobre ações de Bolsonaro para o combate à corrupção, ao crime organizado


RAFAEL TADEU - 24/03/2019

Sergio Moro, ex-juiz federal e ministro da Justiça do Governo Bolsonaro, fez um discurso contundente sobre as ações do Governo Bolsonaro para o combate à corrupção, aos crimes violentos, ao crime organizado e à impunidade.

Os deputados da Frente Parlamentar Mista da Segurança Pública, lançada nesta quarta-feira, pretendem acelerar a tramitação na Câmara dos projetos anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro, e dos projetos sugeridos por comissão coordenada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Os projetos tratam de combate ao crime organizado, crimes hediondos, tráfico de drogas e combate à corrupção.

Capitão Augusto defende a sistematização dos projetos da área da segurança em apenas duas semanas: “A população tem pressa e prioriza a questão da segurança pública. Então não precisa inverter os papéis. Você parar a reforma da Previdência para aprovar pacotes na área da segurança. Mas também que não faça nenhum tipo de obstáculo para os pacotes da segurança pública em favor da reforma da Previdência”

Também o ministro Sérgio Moro, que esteve no lançamento da frente, defendeu a tramitação conjunta das propostas: “Nós estamos conversando muito respeitosamente com o presidente Rodrigo Maia, expondo nossas razões. E na minha avaliação tudo pode tramitar em conjunto, não haveria maiores problemas. Mas nós vamos conversar. Estamos abertos ao diálogo, evidentemente. E as decisões relativas ao Congresso pertencem ao Congresso”

O deputado Capitão Augusto disse que uma outra defesa da frente, que tem mais de 300 parlamentares, é a flexibilização do porte de armas, que hoje estaria sendo dificultada por avaliações subjetivas:

“Mesmo eles preenchendo todos os requisitos, tendo a avaliação psicológica, psicotécnica, entrevista, treinamento de tiro, justificando a sua necessidade, sendo ficha limpa, não tendo processo, não tendo condenação, não tem nada… Na hora que ele solicita, simplesmente o pessoal não concede. Então é nesse subjetivismo que a gente quer mexer. Mas a gente vai manter os critérios. Quem vai ter direito ao porte de arma é um grupo muito seleto de brasileiros. Não é liberação generalizada. Nem nós queremos isso”

O ministro Sérgio Moro disse ainda no lançamento da frente que trouxe dos Estados Unidos ideias no sentido de uma maior integração entre as forças de segurança pública e a criação de centros operacionais nas áreas de fronteira.

Com trechos de Silvia Mugnatto, Radioagência Câmara

A OUSADIA DO IRREVERENTE RODRIGO MAIA


Conta à fábula, que uma grande comunidade de ratos vivia tranquila e se reproduziam rapidamente num velho armazém. Por mais que seu proprietário tentasse envenená-los, não conseguia. Ratoeiras? Nem pensar, cardápio diferente… Era melhor continuarem nos grãos. Até que cansando, o dono do depósito resolveu botar um gato. Na primeira noite, três vítimas. Durante o dia ou a qualquer hora, o gato atento, mesmo dispensando refeição extra, matava-os por instinto predatório. Em uma semana, as baixas foram grandes. Os ratos acuados se reuniram para discutirem o destino da comunidade. Surgiu a ideia de botar um chocalho no gato, pois ao andar, com o som do chocalho, eles localizariam onde estava o bichano. Todos concordaram. Então veio à pergunta irrespondível: quem vai botar o cocalho no gato? Não apareceu o voluntário.

No sábado (17.03.2019), um dia antes de o presidente Bolsonaro viajar para os Estados Unidos, o irreverente Rodrigo Maia convidou-o para um churrasco íntimo em sua casa, onde discutiriam “minúcias” sobre a reforma da Previdência. No encontro, apenas ele, o ministro Onyx Lorenzoni e o convidado (Jair Bolsonaro). Desconfiado da cortesia e conhecedor da “malandragem carioca”, o presidente foi. Mas, levou consigo 17 convidados. Dentre eles, alguns generais, o ministro Heleno do Gabinete de Segurança Institucional. Para surpresa de todos, quem estava lá era o Ministro Dias Toffoli, presidente do STF, David Alcolumbre (presidente do Senado) e seu ex-ministro da Casa Civil, Gustavo Bebianno (?).

A ousadia do destemido Rodrigo Maia, pressionado e instigado pelo famigerado “centrão”, é de um afoito inominável. Ao lado de David Alcolumbre – presidente do Senado – “armaram” para tentar botar o chocalho no gato (Bolsonaro). Mas, para o bem geral da nação, o ímpeto foi abortado pelo excesso de testemunhas. A partir da “cabeça” do ministro Sérgio Moro, ocupação de cargos estratégicos (com dinheiro) pelo centrão; barrar pedidos de impeachment de ministros do STF; impedir instalação da lava-toga e fim da lava-jato, tudo seria discutido e pleiteado. Um registro fotográfico discreto seria providenciado, e espalhado nas redes sociais, fato que geraria suspeitas no eleitorado de Bolsonaro e em toda a sua equipe de abnegados da causa de mudar o país. A foto ainda foi feita e divulgada. Mas, não conseguiram esconder o Gen. Heleno, delegado Waldir, ministra Damares…
O “centrão” é um movimento de deputados federais suprapartidário, que surgiu das cinzas do “baixo clero” – aglomerado de parlamentares espertos – que elegeram em 2005 o pernambucano Severino Cavalcanti para presidência da câmara, uma candidatura avulsa, derrotando o pretendente do governo (PT) e adversários lançados por composições das grandes legendas de então, PMDB, PFL; PDT; PTB… Severino Cavalcanti durou pouco mais de 07 meses como presidente. Em manobras para abortar o mensalão, fazendo todo tipo de negociação espúria e trancando a pauta com o apoio da gang que o cercava, foi alvo do MPF em investigação destinada, onde descobriram um “mensalinho” pago a ele pelo concessionário que explorava os serviços de restaurante da câmara. Temendo ser cassado, renunciou a presidência e seu mandato.

A tática do centrão é levar o governo de plantão ao desgaste. Na medida em que o governo se impopulariza, cresce o centrão, passando a coupar a explanada dos ministérios e negociando pessoalmente (deputado por deputado) votos para projetos que tragam benefícios diretos para o povo e o governo brasileiro. De bolsos cheios, renovam seus mandatos com folgas. Até as eleições de 2014, os campões de votos por estado, eram todos do centrão. O “baque” veio em 2018. Mas, com o aprofundamento da crise, a pressão do centrão empurra o presidente da câmara para chantagear o executivo até que ele ceda. O destempero do presidente Rodrigo Maia não é por acaso. Já disse que “a câmara não é cartório para registrar queixas do povo” (?). Depois disparou com outra: “a câmara e seus deputados são soberanos…” Um internauta respondeu que “soberano” não se elege, já nasce soberano. O povo vota em representantes. Quarta-feira (20.03.2019) foi à vez de agredir e humilhar um dos nomes mais respeitados do país, o Juiz Sérgio Moro. “Ele é funcionário de Jair Bolsonaro… Está trocando as bolas, eu converso com o presidente”. Ontem, quita-feira, veio à prisão de seu sogro, ex-governador do Rio Moreira Franco. Seus comparsas quiseram atribuir a uma retaliação corporativa do Juiz Marcelo Bretas, em defesa de Sérgio Moro. Rodrigo Maia conferiu que o mandado de prisão foi expedido um dia antes 19.03.2019.

Queiram ou não, para aprovar a reforma da Previdência, Bolsonaro terá que botar um “gato” (PF e lava-jato) na câmara. E Rodrigo Maia, se tiver juízo, renuncia imediatamente a presidência e seu mandato. Imagine se na busca e apreensão na casa de seu sogro, a PF tiver encontrado algo como “doação de campanha não declarada”

Júnior Gurgel - Jornalista político e memorialista