quinta-feira, 5 de outubro de 2017

POLÍTICA: ACEPÇÕES BÁSICAS

Nicolau Maquiavel, conhecido como o "Pai da Ciência Política".
  • No sentido comum, vago e às vezes um tanto impreciso, política, como substantivo ou adjetivo, compreende arte de guiar ou influenciar o modo de governo pela organização de um partido político, pela influência da opinião pública, pela aliciação de eleitores;[3]
  • Na conceituação erudita, política "consiste nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem", segundo Hobbes ou "o conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados", para Russel ou "a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o governo", que é a noção dada por Nicolau Maquiavel, em O Príncipe;[4]
  • Política pode ser ainda a orientação ou a atitude de um governo em relação a certos assuntos e problemas de interesse público: política financeira, política educacional, política social, política do café com leite;
  • Numa conceituação moderna, política é a ciência moral normativa do governo da sociedade civil.[6]
  • Outros a definem como conhecimento ou estudo "das relações de regularidade e concordância dos fatos com os motivos que inspiram as lutas em torno do poder do Estado e entre os Estados";[7]
A política é objeto de estudo da ciência política e da ciência social.


Significado clássico e moderno

O termo política, que se expandiu graças à influência de Aristóteles, para aquele filósofo categorizava funções e divisão do Estado e as várias formas de Governo, com o significado mais comum de arte ou ciência do Governo; desde a origem ocorreu uma transposição de significado das coisas qualificadas como político, para a forma de saber mais ou menos organizado sobre esse mesmo conjunto de coisas.
O termo política foi usado, a seguir, para designar principalmente as obras dedicadas ao estudo daquela esfera de atividades humanas que se refere de algum modo às coisas do Estado: Política methodice digesta, exemplo célebre, é obra com que Johannes Althusius (1603) expôs uma das teorias da consociatio publica (o Estado no sentido moderno da palavra), abrangido em seu seio várias formas de consociationes menores. Na época moderna, o termo perdeu seu significado original, substituído pouco a pouco por outras expressões como ciência do Estado, doutrina do Estado, ciência política, filosofia política, passando a ser comumente usado para indicar a atividade ou conjunto de atividades que, de alguma maneira, têm como termo de referência a pólis, ou seja, o Estado.[4]

Continua...

POLÍTICA


Política[1][2] (do Grego: πολιτικός / politikos, significa "de, para, ou relacionado a grupos que integram a Pólis") denomina-se a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; a aplicação desta ciência aos assuntos internos da nação (política interna) ou aos assuntos externos (política externa).[3] Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãosque se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "pólis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas europeias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência dos Estados".[4]


O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.

O livro de Platão traduzido como "A República" é, no original, intitulado "Πολιτεία" (Politeía).


CONTINUA...



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Caiado coloca ex-presidente do BNDES contra a parede - Parte 01




Publicado em 4 de out de 2017

Na CPMI da JBS, com a participação do ex-presidente Luciano Coutinho, o senador Ronaldo Caiado levantou dados desde 2005, revelando um verdadeiro cartel com a ajuda do BNDES

Lasier deixa ex-presidente do BNDES de calças CURTAS



Lasier deixa ex-presidente do BNDES de calças CURTAS

Verdade Política

Publicado em 4 de out de 2017

Na CPMI da JBS, com a participação do ex-presidente Luciano Coutinho, o senador Lasier Martins trouxe um vídeo que revelou posições divergentes - ex-presidente do BNDES e a ex-presidente Dilma Rousseff - na tomada de empréstimos do BNDES. 

Fonte: https://www.youtube.com/

ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE LAJEDINHO GANHA CISTERNA-TELHADÃO QUE GARANTE ÁGUA DE QUALIDADE


Localizada a seis quilômetros da sede do município de Barrocas, a comunidade de Lajedinho, através da associação de moradores, foi a segunda cidade do semi-árido brasileiro beneficiada com a Cisterna-Telhadão, que capta água da chuva e armazena em um reservatório com capacidade de 52.000 litros de água.

De acordo com a reportagem da TV Olhos D'agua, "a Uefs em parceria com a ASA – Articulação no Semiárido Brasileiro e o MOC – Movimento de Organização Comunitária, estão desenvolvendo cisternas diferentes das tradicionais para garantir água de qualidade e mudar a realidade de quem vive no campo. A Cisterna-Telhadão além de captar água, conta com um espaço adicional para desenvolver outras atividades sociais".

A comunidade barroquense que já produz a polpa de frutas, fornece sucos naturais para eventos, cocada e outros produtos, ganhou o espaço coberto que pode ser usado para eventos ou um pomar para ajudar no grupo de produção, como citou Barbara Santos na reportagem, confira.

@ Nossa Voz - Por Victor Santos

Cisterna-Telhadão: água de qualidade

Memória de São Francisco de Assis



Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas (Lc 9, 57-62)

Naquele tempo, enquanto Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus:
"Eu te seguirei para onde quer que fores".
Jesus lhe respondeu: "As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça". Jesus disse a outro: "Segue-me".
Este respondeu: "Deixa-me primeiro ir enterrar meu pai".
Jesus respondeu: "Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu, vai anunciar o Reino de Deus".
Um outro ainda lhe disse: "Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me primeiro despedir-me dos meus familiares".
Jesus, porém, respondeu-lhe: "Quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus".

Reflexão

Padre Paulo Ricardo 

  
Celebramos hoje a memória de S. Francisco de Assis, cujo coração transbordante de caridade transfigurou-se de modo extraordinário a Cristo crucificado. Foi justamente o seu amor ardente por Nosso Senhor que lhe mereceu o título de Seráfico: Francisco assemelhava-se, de fato, a um serafim que, contemplando o rosto de Deus, não pode não se abrasar diante da amorosa majestade do Altíssimo.


Tendo vivido apenas quarenta anos, o poverello de Assis representou um capítulo decisivo e marcante na história da Igreja. Em sua época, com efeito, eram grandes e recorrentes as disputas entre os poderes temporal e eclesiástico: o primeiro arrogando-se o direito de nomear bispos e abades e, desta forma, tomar as altas "fileiras" da hierarquia; o segundo tentando livrar-se da ingerência perniciosa de almas interessadas mais em lucrar o mundo do que o céu. Embora estas embates só tenham chegado a termo com o Concílio de Trento, a mensagem de S. Francisco, em pleno século XIII, foi já a resposta para este conflito: é preciso determinar-se a seguir, com a radicalidade do Evangelho, a Cristo pobre e sofredor.

É apenas quando um cristão vive, de modo pessoal, a pobreza como um valor e o desprendimento dos bens temporais como uma meta que Deus encontra espaço para reinar-lhe no coração. A pobreza franciscana é, pois, o segredo da verdadeira riqueza, que é o amor de Cristo, pelo qual vale pena vender tudo o que se tem com grande alegria. Que também nós, pela intercessão de S. Francisco de Assis, possamos descobrir o tesouro de Cristo e, fazendo de nossa alma uma humilde manjedoura em que ele deseje habitar, tenhamos a caridade ardente dos anjos e serafins.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/