quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

POLÍTICO É IGUAL A CORNO - NUNCA SABE DE NADA (Título do Beto)

Defesa de Azeredo imita estratégia de Lula e diz que ele 'não sabia'


Mariangela Galucci, Estadão
Responsável pela defesa do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG, foto abaixo), o advogado José Gerardo Grossi afirmou nesta quarta-feira, 12, que seu cliente não sabia das irregularidades cometidas pelo esquema do mensalão mineiro.
Eduardo Azeredo deverá ser julgado neste semestre pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sugeriu que o STF fixe como punição uma pena de 22 anos de cadeia e uma multa de mais de R$ 400 mil.

Papa Francisco reúne-se com 20 mil namorados e noivos

 
Já são mais de 20 mil os namorados e noivos que estarão com o Papa Francisco no dia de São Valentim.
 
VATICANO, 13 Fev. 14 / 10:42 am (ACI/EWTN Noticias).
 O Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, informou que já são mais de 20 mil namorados e noivos os que participarão nesta sexta-feira, dia de São Valentim, - padroeiro dos namorados - do encontro na Praça de São Pedro em Roma. Indicou também que o evento terminará com uma oração especialmente preparada para a ocasião.

Em declarações à Rádio Vaticano, o Prelado comentou que “o sucesso numérico desta iniciativa era absolutamente imprevisível até três semanas atrás, isso é uma prova de que existem jovens perseverantes, que desejam que seu amor dure para sempre e seja abençoado por Deus”.

“Hoje em dia – explica o arcebispo – os casais adiam o casamento até que todos os problemas estejam resolvidos. Na verdade, casa-se para construir o futuro juntos, resolver os problemas juntos, construir a casa para eles e os filhos juntos”.

O Arcebispo assinalou logo que “em um mundo ao que podemos chamar líquido –líquido porque os sentimentos vão e vêm, porque no final são sentimentos egocêntricos– o amor quer dizer construção, esforço comum, fadiga. Por isso é importante que a
Igreja ponha atenção a este momento da vida, porque é o momento no qual se colocam as bases: se uma casa tiver boas bases resiste às inevitáveis tormentas que cairão ao longo dos anos”.

Dom Paglia disse finalmente que é essencial desenvolver uma boa pastoral familiar e que é fundamental também “superar o sentimentalismo egocêntrico com o verdadeiro amor”.


Fonte: http://www.acidigital.com/noticia

Como o governo Dilma estimula a bagunça e a violência

Vejam os pacíficos do MST tentando “negociar” na base do porrete (Pedro Ladeira/Folhapress)
Os sem-terra, que não existem — são um mero aparelho de produzir ideologia, chefiado pelo sr. João Pedro Stedile (qual é a ocupação e a fonte de renda dele?) — decidiram invadir Brasília. Estima-se que estavam lá umas 15 mil pessoas. Aí o leitor, que é um ser lógico, se pergunta: “Mas Reinaldo, como e que algo que não existe pode promover uma invasão?” Eu explico: o MST, como movimento, existe; os sem-terra, como categoria, é que entraram em extinção. O MST é um grupo político, alimentado, na prática, com dinheiro público, saído dos programas de agricultura familiar. As pessoas mobilizadas por Stédile, em grande parte, não eram originalmente agricultores; não sabem plantar um pé de milho, um pé de feijão, um pé de mandioca. Não conseguiriam distinguir o alho, que é um alimento, do bugalho, que é uma praga. Essas pessoas eram trabalhadores urbanos, recrutados nas periferias das cidades médias do interior. Ou são desempregadas ou, o que é mais curioso, trabalham na cidade e voltam à noite para os acampamentos do MST à espera de um pedaço de terra.

E por que é assim?

Porque a o modelo de distribuição de terra já deu o que tinha de dar.
Em números oficiais, do Incra, o governo FHC assentou 570.704 famílias; o de Lula, 614.088; o de Dilma, em três anos, apenas 75.335. E olhem que as coisas podem não ser bem assim. O governo Lula, mistificador como sempre, incluiu como obra sua, de reforma agrária, simples realocação de pessoas e regularização de posse de agricultores já instalados em áreas rurais, muitas vezes públicas. Um estudo rigoroso vai demonstrar que, na verdade, Lula assentou pouco mais de 211 mil famílias, não mais de 614 mil. Quando se considera a extensão de terra efetivamente desapropriada, FHC ganha de longe: 10,2 milhões de hectares contra 4,5 milhões. Ou seja, aquele que as extremas esquerdas consideram o grande satã do neoliberalismo, FHC, foi o mais generoso com os sem-terra.

Os sem-terra estão em declínio — embora possam promover bagunça em Brasília. Basta ver a queda no número de invasões de propriedades: em 1999, no auge, foram 502; em 2013, foram 107 (vejam tabela publicada pelo Estadão: - http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mst-lider-de-uma-causa-que-nao-existe-tenta-invadir-o-stf-na-base-da-porrada-ou-como-o-governo-dilma-estimula-a-bagunca-e-a-violencia-ou-gilberto-carvalho-nao-vai-se-demitir/).

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo -nao-vai-se-demitir/

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Transnordestina, prometida nas campanhas de Lula e Dilma, só teve 22% da obra concluída em oito anos

 
De acordo com informações divulgadas hoje pelo Ministério dos Transportes, a Ferrovia Transnordestina, que teve sua obra lançada pelo então presidente Lula em junho de 2006, em plena campanha eleitoral, teve apenas 22% de seu trajeto concluído, após quase oito anos de construção. Segundo o balanço do Ministério dos Transportes, estão prontos apenas 383 quilômetros dos 1.728 planejados para a Ferrovia. Além do atraso no cronograma, as obras de engenharia da ferrovia também se encontram paradas há quatro meses, aumentando o adiamento da conclusão da Transnordestina.

Assim como Lula havia prometido a conclusão da Ferrovia em 2010, Dilma também fez suas promessas em relação à obra, e na campanha eleitoral, garantiu que a Ferrovia estaria pronta no final de 2014. Em visita ao Nordeste, no mês de setembro do ano passado, Dilma esticou a promessa e além de dizer que a Transnordestina impulsionará o desenvolvimento na Região Nordeste, disse que a obra seria entregue em 2016, prazo agora esticado para 2017. No lançamento da obra, em 2006, Lula disse ao então ministro Ciro Gomes: “O filho nasceu, está andando e vamos poder curti-lo juntos”. Se for mantido o ritmo das obras, de 22% em oito anos, a Transnordestina só ficará pronta em 24 anos, e dificilmente Lula estará vivo para andar com Ciro Gomes pela ferrovia.

Imprensa inglesa diz que o governo brasileiro perdeu o rumo e agora joga o povo contra o povo

 
Até os ingleses já sabem que a coisa está feia no Brasil. Uma matéria do The Guardian, traz uma análise crítica, um visão de alguém de fora sobre a situação do Brasil, onde se vê claramente um governo que se perdeu política e economicamente, e agora, tenta distrair as atenções com a copa do mundo, colocando ainda as classes sociais umas contra as outras, e, assim, tirar o foco dos reais problemas.

The Guardian - um ano de protesto frustrado contra um governo intransigente lançou uma onda de reprimida violência entre classes. “No Brasil há um ditado que diz:”. “Ladrão bom é ladrão morto” Estas palavras não são mais relevantes na paisagem dominada pelas guerra de classes brasileira de hoje, onde o preconceito, a violência e o racismo correm livres.

A última semana foi cheia de atos de violência no Rio de Janeiro. Mais uma vez, a polícia e manifestantes entraram em confronto durante um protesto no centro da cidade. Alguns dias antes, um adolescente foi espancado, despido e amarrado a um poste de luz por um grupo de vigilantes por supostamente assaltar pessoas na rua. Os confrontos não são mais pessoas contra autoridade, eles se tornaram pessoas contra pessoas, são do povo contra o próprio povo.

E figuras da mídia tradicional têm apoiado os 'justiceiros/vigilantes' que fazem justiça com as próprias mãos. Esta semana Rachel Scheherazade, a âncora do SBT, disse que suas ações foram "compreensíveis”, e que se as pessoas fossem a favor dos direitos humanos que deve "fazer um favor ao Brasil e adotar um ladrão". Ela fez estas declarações na televisão nacional em horário nobre. Para muitos, as estatísticas justificam a reação violenta: em 2013 mais de 33.000 pessoas foram assassinadas no Rio, 1070, como consequência de assalto. Ainda mais assustadoramente, 5.412 pessoas morreram em conflitos com a polícia. Como o governo concentrado na Copa do Mundo para agradar a comunidade internacional, tem se negligenciando mais ainda as pessoas do que o normal, e as coisas ficaram piores. Brasil já é o quarto país mais desigual do mundo (de acordo com a Organização das Nações Unidas). A onda de crimes recentes, em particular no bairro do Flamengo, onde o adolescente negro foi atacado, e o resultado direto da raiva da população que foi deflagrada em junho passado. A tentativa do governo de elevar tarifas de ônibus mais uma vez atuou como um lembrete de que, desde os protestos do ano passado, as coisas ficaram piores, não melhores.

Talvez, as pessoas já tenham percebido que protestando não chegam a lugar nenhum, exceto para a obtenção de mudança em curto prazo.

O governo está enviando uma mensagem clara: vamos fazer o que queremos e os seus protestos não podem nos parar. Esta mensagem tornou-se perigosa, porque as pessoas agora se sentem no direito de roubar, de usar a violência para torturar os autores em qualquer situação que a polícia, toda desestruturada e implorando ajuda à nação, (veja aqui), não esteja a atuar. E sempre haverá pessoas inocentes que sofrem. Na quinta-feira, um cinegrafista foi atingido na cabeça por um explosivo, supostamente uma bomba da polícia, depois de um protesto que se tornou violento.

Postado por GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Papa Francisco pede aos batizados que levem a luz de Deus e não sejam cristãos somente de nome

 
VATICANO, 10 Fev. 14(ACI/EWTN Noticias).
Na reflexão sobre o Evangelho que compartilhou na oração do Ângelus dominical, o Papa Francisco pediu aos fiéis crentes serem portadores da luz de Deus e não serem somente cristãos de nome.

“O cristão deveria ser uma pessoa luminosa, que traz a luz, que sempre dá luz. Uma luz que não é sua, mas é um presente de Deus, o presente de Jesus. E nós levamos em frente esta luz. Se o cristão apaga esta luz, a sua vida não tem sentido: é um cristão somente de nome, que não leva a luz, uma vida sem sentido”, afirmou o Pontífice diante de milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

O Papa recordou que os discípulos “eram pescadores, pessoas simples… mas Jesus os vê com os olhos de Deus, e sua afirmação se entende justamente como uma consequência das Bem-aventuranças. Ele quer dizer: se fordes pobres de espírito, humildes, puros de coração, misericordioso, vós sereis o sal da terra e a luz do mundo”

Explicou que os cristãos recebem “uma missão em relação a todos os homens: com a fé e com a caridade podem orientar, consagrar, fazer fecunda a humanidade. Todos nós os batizados somos discípulos missionários e somos chamados a nos tornarmos no mundo um Evangelho vivo: com uma vida santa daremos ‘sabor’ aos diferentes ambientes e os defenderemos da corrupção, como faz o sal; e levaremos a luz de Cristo com o testemunho de uma caridade genuína”.

“Mas se os cristãos perdem o sabor e se apagam, a sua presença perde a eficácia. Mas que bonita é esta missão de dar luz ao mundo! Mas, que bonita é esta missão que temos. Como é bonita! É também muito bonito conservar a luz que recebemos de Jesus. Guardá-la. Conservá-la”, adicionou.

O Papa questionou os peregrinos sobre como querem viver. “Como lâmpadas apagadas ou como lâmpadas acesas? Apagada ou acesa? Como querem viver? Mas não escuto bem daqui! Como? Lâmpada acesa, né? É justamente Deus que nos dá esta luz e nós a damos aos outros. Lâmpada acesa. Esta é a vocação cristã”.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Lula defende mensaleiros, ataca Joaquim Barbosa e diz que quer "justiça"

 
Acompanhado do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez, neste sábado (8) em Ribeirão Preto (SP), uma defesa veemente do PT e dos filiados que foram presos após serem condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no escândalo do mensalão.

— O nosso partido está sofrendo. Temos companheiros presos, somos solidários e queremos justiça.

Lula ainda atacou, sem citá-los nominalmente, os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, do STF, por eles terem feitos declarações públicas sobre o processo após a condenação dos réus.

Em relação a Mendes, que declarou que doações feitas para o pagamento de multas de petistas condenados e presos poderiam ser fruto de lavagem de dinheiro, Lula disse que "o grande papel do ministro da Suprema Corte é falar nos autos do processo e não falar para a televisão o que ele pensa".

— Se quer fazer política, que entre para um partido.

Lula fez essas afirmações ao participar do lançamento da "Caravana Horizonte Paulista", marco do início da pré-campanha do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha ao governo de São Paulo. Lula também criticou o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, indicado pelo ex-presidente ao STF.

— Quando você indica alguém, você está dando um emprego vitalício e o cidadão, quando quer fazer política, diga [...] não aceito ser ministro, vou ser deputado, entrar para um partido político e mostrar a cara".

Lula cobrou julgamento justo, pediu que os eventuais culpados pagassem, "desde que haja provas", e garantiu que "foi nosso partido que não deixou sujeira embaixo do tapete".

O ex-presidente lembrou até mesmo do ex-presidente da República e ex-prefeito de São Paulo Jânio Quadros, que tinha como símbolo uma vassoura.

— São Paulo já teve candidato que andava com vassourinha para jogar sujeira embaixo do tapete, mas nós escancaramos a transparência no País.

O ex-presidente classificou o PT como "um dos maiores partidos de esquerda do mundo, sem dogmas", cujo compromisso, segundo ele, é ser ético e querer lutar para que as pessoas mais humildes conquistem cidadania.

— Não fizemos tudo que poderíamos ter feito, mas vamos fazer ainda mais. Entendemos mais de povo que os tucanos e ninguém fez mais por esse País do que o Partido dos Trabalhadores.

Após comentar que se empenhará para reeleger a presidente Dilma Rousseff e dizer que dedicará mais tempo à política e às eleições, Lula rebateu as críticas da oposição e de analistas à política econômica e ao crescimento da dívida bruta do País.

— Querem o aumento do desemprego para baixar a inflação e agora falam em dívida bruta, que nunca foi utilizada no discurso. Estão incomodados porque o governo colocou dinheiro do tesouro do BNDES na Caixa Econômica e no Banco do Brasil. No dia que o PT governar o Brasil e o Estado de São Paulo, a gente vai fazer muito mais que a gente já fez.

A declaração foi feita por Lula antes de elogiar Padilha e considerá-lo o mais bem preparado do partido para a disputa eleitoral no Estado.
 
Estadão Conteúdo via R7