sexta-feira, 20 de julho de 2018

O FIM DO CONDENADO DE CURITIBA


O Fim de Lula. Isolado, humilhado e explorado por advogados. Tarde demais para descobrir que o crime não compensa.

Uma das maiores capacidades demonstradas pelo ex-presidente Lula ao longo de sua vida tem sido a de enganar as pessoas mais humildes com argumentos populistas, O petista não se cansa de afirmar que antes do PT chegar ao poder, os pobres não entravam em shopping, não entravam em faculdades ou viajavam de avião. É claro que muitos brasileiros que moram em cidades pequenas, que não tem shopping, faculdades ou aeroportos acreditavam em suas lorotas.

Mas a arte de Lula em enganar os mais humildes também lhe rendeu muita antipatia por parte das pessoas com melhor grau de instrução. Ao bolar seus discursos para ludibriar os mais humildes, os menos instruídos, Lula ofendeu a inteligência de muita gente, que passou a vê-lo como cínico, oportunista, explorador e mentiroso. Apostar na ignorância eterna da maioria da sociedade foi e continua sendo o seu maior erro.

O problema é que as pessoas que Lula ofendeu a inteligência são formadores de opinião, sabem se comunicar, possuem mais acesso às redes sociais e tem mais poder de influenciar as pessoas com quem convivem. Com sua falta de caráter e desonestidade, Lula conquistou um exército de inimigos influentes na sociedade.

Embora o ex-presidente não teria chegado onde chegou não fosse a sua capacidade de mentir e de ludibriar os mais humildes, num tempo em que não havia internet, o jogo foi virando sem que ele se desse conta destes avanços. Lula subestimou ainda o fato de que o avanço dos meios de comunicação, do acesso a dispositivos conectados tornaria as pessoas menos "trouxas". Lula correu o risco de explorar a ignorância, como se ela fosse eterna e subestimou a capacidade do ser humano de superar suas limitações.

Com isso, seus admiradores foram aos poucos se familiarizando com o verdadeiro Lula, que não conseguiu se "reinventar" e prosseguiu com sua peculiar demagogia e corrupção desenfreada. O ex-presidente sempre confiou muito em sua rede de corrupção e no conceito de que um cúmplice jamais revelaria ter participado de esquemas ilícitos, o que, em tese, lhe garantia o sigilo sobre as falcatruas em que se envolveu. Lula também confiava na fidelidade de seus pares e muitos ainda permanecem fiéis ao petista por razões óbvias.

Com base neste entendimento, Lula se sentia confortável para desafiar as autoridades e dizia que jamais apareceria um empresário para dizer que lhe ofereceu alguma vantagem. Obviamente, nenhum criminoso confessa seus crimes.

A gota d'água veio com a Operação Lava Jato, a delação premiada, a eficiência dos procuradores do Ministério Público Federal e a capacidade extraordinária dos membros da Força-tarefa liderada pelo juiz federal Sérgio Moro. Para piorar a situação de Lula e de seus comparsas, o Supremo Tribunal Federal, STF, manteve o entendimento a favor da prisão de réus condenados pela Justiça a partir de sentença de segunda instância.

Após uma sequência devastadora de denúncias criminais, o petista se viu finalmente acuado pela Justiça. Réu em seis ações penais, condenado logo na primeira delas por corrução e lavagem de dinheiro, o petista tem pela frente uma verdadeira maratona de interrogatórios em outros processos irrepreensíveis contra ele.

Lula descobriu, de maneira usual, qual é o fim de qualquer criminoso. O ex-presidente da República, um homem que alcançou notoriedade mundial, se vê agora na condição de condenado pela justiça, com os bens confiscados e com os milhões que tinha escondido nas contas bloqueados pela Justiça. Rejeitado pela sociedade, Lula caminha inexoravelmente para um fim trágico. Humilhado e explorado por advogados que tentaram apenas adiar o dia de sua prisão.

O que aconteceu com a Igreja após o Concílio Vaticano II?



O QUE ACONTECEU COM A IGREJA APÓS O CONCÍLIO VATICANO II?

Diminuição na frequência às Missas e aos sacramentos, conventos e seminários esvaziados, famílias católicas desestruturadas… “Pensamos”, lamentava o Papa Paulo VI, “que após o Concílio viria um dia de sol para a história da Igreja; em vez disso, deparamo-nos com novas tempestades.” 

À luz de tudo o que aconteceu, e ainda está acontecendo, o que é possível dizer a respeito do Magistério do Concílio Vaticano II: http://bit.ly/2KZqNst?

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Barrocas-Ba: Padre Everaldo comemora o sucesso da Novena de São João Batista

Foto: Victor Santos

A Paróquia São João Batista, junto ao Pároco Everaldo Gois (foto), tem bons motivos para comemorar o resultado d Novena de São João Batista, que aconteceu entre os dias 15 e 24 de junho do corrente ano, com programação envolvendo as comunidades rurais e a sede do município de Barrocas.


São João Batista, padroeiro do município de Barrocas, disse: "Que Ele cresça e Eu diminua" (João 3.30), e foi com esse versículo bíblico, que os cristãos celebraram como tema da Novena. São João Batista, de acordo com as Escrituras Sagradas, foi filho de Zacarias e Isabel, e primo de Jesus. Recebeu o chamado de Deus para a missão de anunciar e proclamar a vinda do Messias. João Batista morreu martirizado, tendo sido degolado.
Foto: PASCOM

"Quando falamos de Jesus, é o nome d'Ele que deve crescer, não o nosso. Na procissão o andor tinha Jesus na frente e São João Batista apontando pra Ele, e é a nossa missão: falar da vida de Jesus, a sua obra, falar d'Ele no meio do povo, por isso escolhemos 'Que Ele cresça e Eu diminua' (João 3.30)", disse o pároco.


Para Pe. Everaldo, a participação dos barroquenses demonstram a fé e a dedicação pela comunidade: "Aconteceu tudo que planejemos, algumas mudanças e novidades, tudo feito de acordo com a participação das pessoas, foi muito bom porque cada um fez sua parte e o povo de Barrocas é participativo", complementou o pároco.

Natividade de São João Batista teve participação de Párocos de outras cidades
inclusive daqueles que já pastorearam a Paróquia São João Batista.
Foto: PASCOM 
Anterior a novena, a peregrinação com a imagem de São João Batista percorreu  29 comunidades, e as capelas da sede, levando a mensagem do precursor, anunciar e falar do amor de Jesus a toda criatura.

No dia de São João Batista, 24 de junho, a programação iniciou às 7h da manhã com a récita de Laudes próprias da solenidade de São João e, às 9h, a missa solene. Pela tarde, fieis de todas as comunidades e da sede, participaram da Missa festiva e, em seguida, percorreram as principais ruas da cidade em procissão com a imagem de São João Batista e encerrando a novena.

@ Nossa Voz - Por Victor Santos

Publicada por Grupo @ Nossa Voz


IMPRESSIONANTE DEPOIMENTO DE UMA PROFESSORA EX-MILITANTE



Impressionante depoimento de uma professora ex-militante

https://www.youtube.com/watch?v=C0giCvWIho0

SENADOR REBATE ATAQUES CONTRA SÉRGIO MORO DE GLEISI HOFFMANN EM TER MANT...


SENADOR REBATE ATAQUES CONTRA SÉRGIO MORO DE GLEISI HOFFMANN EM TER MANTIDO PRISÃO DE LULA

https://www.youtube.com/watch?v=Fl-GZvkSVD4&feature=push-fr&attr_tag=u3Ie72vbHlpo5wEb-6

sábado, 14 de julho de 2018

MORO JÁ PODE CONDENAR LULA PELA SEGUNDA VEZ, A PARTIR DE HOJE


O ex-presidente Lula está perto de ser condenado pela segunda vez na primeira instância no caso do recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht. A partir desta sexta-feira, 13, com o fim do prazo para análise dos autos do processo, o juiz Sérgio Moro já está apto a proferir sua sentença sobre a ação penal em que o petista é acusado dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Condenado por Moro a 9 ano e seis meses de prisão no caso tríplex, Lula agora responde por acusações referentes a benefícios concedidos a Odebrecht, por meio da Petrobras, tendo recebido em troca pagamentos feitos pela empreiteira para a aquisição de um apartamento em São Bernardo do Campo e de um terreno para a construção da sede do Instituto Lula.

Além de todas as provas que já tinha em seu poder desde o ano passado, o juiz Sérgio Moro tem agora a seu dispor os depoimentos de novas testemunhas, como Antonio Palocci e Glaucos Costmarque, o laranja usado na transação de um terreno na Rua Haberbeck Brandão, em São Paulo, e de um apartamento em São Bernardo do Campo, no prédio onde vive Lula.

Moro possui ainda os laudos da perícia no sistema eletrônico, que segundo as investigações da Operação Lava Jato, era utilizado pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para contabilizar pagamentos de propina. O processo já está em fase final e após a etapa de diligências, o juiz abre prazo para a acusação e as defesas apresentarem as alegações finais. Na sequência, a ação volta às mãos de Moro que decide se absolve ou condena os réus.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

O ARGUMENTO FILOSÓFICO CONTRA O CASAMENTO CIVIL GAY

 Você já se perguntou qual é a razão do Estado possuir um contrato de casamento? Qual o seu interesse em proteger contratualmente um consórcio que, em si, pertence a foro privado? Certamente não se trata de uma mera questão patrimonial ou previdenciária já que juridicamente existem outros contratos que suprem esta necessidade. Tampouco se trata de um contingente “contrato de reconhecimento afetivo” já que a afetividade é algo deveras subjetivo para ser contratualizado (por isso que, por exemplo, não existe algo como um “contrato civil de amizade”). O Estado protege as uniões heterossexuais com um contrato de casamento, pois, em sua essência, estas uniões são teleologicamente ordenadas a fins que beneficiam toda a sociedade, sendo, portanto, de interesse público a sua proteção e preservação. Tais fins, intrínsecos à própria natureza das uniões conjugais, são: a procriação e a formação integral de novos seres-humanos. __

Acerca de sua finalidade procriativa, sem a qual sequer poderíamos falar em Estado ou em sociedade, entende-se que toda união heterossexual é teleologicamente ordenada à geração de novos indivíduos, uma vez que esta é a própria razão biológica para a chamada diferenciação sexual existir em nossa espécie. Por se tratar de um conceito ontológico, tal propriedade independe de seu sucesso, incluindo assim também aquelas uniões que não obtiveram sucesso na realização de seu fim, seja por motivos médicos, seja por motivos de escolha pessoal (i.e. casais estéreis e egoístas, respectivamente) [1].

 Acerca de sua finalidade formativa, sem a qual não seria possível existir sociedades sadias, entende-se que toda união heterossexual é teleologicamente ordenada à formação integral de novos indivíduos já que apenas elas possuem as figuras essenciais para o desenvolvimento humano (isto é, a figura paterna e a figura materna). Assim como no fim procriativo, o fim formativo também abrange aquelas uniões que não obtiveram sucesso na realização de seu fim, seja por motivos associados à dedicação paterna (como pais que não tiveram tempo para seus filhos), seja por motivos associados a escolhas que lhes desvinculam de suas obrigações familiares (como por exemplo, abandono, aborto, etc).    

 Sem tais fins qualquer sociedade entraria em colapso. Daí surge a necessidade de não só se proteger contratualmente a instituição que lhes resulta, isto é, a união conjugal entre um homem e uma mulher, como também lhe promover enquanto um bem imanente que deve ser perpetuado. 

 Diante de tudo o que foi exposto, fica claro que as uniões homossexuais não podem ser equiparadas juridicamente às uniões heterossexuais. Seu ato sexual, por exemplo, não é teleologicamente ordenado para a procriação, mas unicamente para a auto-satisfação pessoal (algo que é acidental no coito[2]). Sua educação, da mesma forma, priva a criança de uma das figuras essenciais para o seu desenvolvimento (seja o pai ou a mãe), comprometendo assim a sua saúde psicológica[3]. Não tendo nenhum destes fins, as uniões homossexuais carecem de qualquer relevância social para serem institucionalizadas. 

 Uma vez excluída a finalidade procriativa do casamento, tal contrato perderia completamente a sua essência e se tornaria um mero contrato de reconhecimento afetivo. Nada impediria que os cartórios registrassem também, por exemplo, as uniões poliafetivas[4], incestuosas[5], e não sexuais[6] (como as amizades, por exemplo), já que elas também entrariam no perfil de “uniões afetivas consensuais”. 

 Em síntese, com o reconhecimento do casamento civil gay, o contrato de casamento perderia totalmente o seu significado de existir e tornar-se-ia uma instituição juridicamente contingente. Não obstante, uma vez que um dos benefícios do casamento é a adoção, inúmeras crianças teriam seu direito a um desenvolvimento integral negligenciado pelo Estado (que arbitrariamente as privaria da figura paterna ou da figura materna, essenciais para seu desenvolvimento[7]). 

 Com o intuito de cooperar para o bem-comum, também o Vaticano nos exorta: “Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria.” [8]. O mesmo afirma o Papa Francisco[9]. 


Apologistas Católicos



NOTAS

[1] Alguns ativistas LGBT tentam erroneamente fazer uma analogia entre as uniões homossexuais e as uniões heterossexuais estéreis, dissociando assim o casamento de sua finalidade procriativa. Não obstante, sob o ponto de vista filosófico, tal analogia incorre em um erro fundamental: O fim procriativo do matrimônio não está, de forma alguma, associado ao seu sucesso. Toda relação heterossexual tem por finalidade a geração de novos seres-humanos, pois esta é a sua razão biológica de existir. Se ela obterá sucesso ou não, trata-se certamente de um acidente. Por outro lado, a razão pela qual as relações homossexuais existem tem por fim único o gozo sexual, carecendo, portanto, de qualquer possível analogia com as relações heterossexuais. O argumento conservador não afirma que para que uma união seja considerada casamento, ela sempre deverá obter sucesso em atingir seus fins, mas que para que uma união seja considerada casamento ela deve pelo menos apresentar uma essência ordenada para tais fins. Este é o motivo pelo qual as legislações de várias nações e o próprio Direito Canônico nunca admitiram o casamento de impotentes, embora sempre tivessem admitido o casamento de pessoas inférteis. Se os ativistas querem fazer uma analogia, devem comparar-se aos impotentes, não aos estéreis.
[2] O coito (isto é, a relação sexual entre um homem e uma mulher) existiria mesmo sem a auto-satisfação pessoal (i.e. “orgasmo”), o que prova que o mesmo não faz parte da essência deste fenômeno, mas antes, um de seus acidentes.
[4] No casamento, o número binário está associado ao seu fim procriativo. “Uma vez que você reduzir o propósito do casamento ao apoio amoroso mútuo daqueles que entram no casamento, “dois” se torna o que os filósofos chamam de “acidente” de algo, algo que não é necessário para a essência. É como insistir que uma bola sempre seja vermelha. A vermelhidão é um acidente da bola, não faz parte da sua essência porque uma bola azul ou amarela ainda mantém toda a essência do que é uma bola. Da mesma forma, 19 homens e 5 mulheres que se reúnem voluntariamente em apoio amoroso mútuo cumprem completamente sua essência inventada e seu ponto final inventado: o que é um casamento e seu propósito.” (FITZGIBBONS, Richard, “Marriage, essentially”).
[6] Só tem sentido se exigir sexo no matrimônio se a sua finalidade for a procriação. Caso contrário o sexo se torna o que chamamos em filosofia de “acidente” já que não faz parte da “essência” do objeto em questão.
[7] Cf. Para uma análise de todas as pesquisas recentes sobre o assunto, ler REILLY, Robert, “Making Gay Okay: How Rationalizing Homosexual Behavior Is Changing Everything”, 143-153.

[8] CONGREGAÇÃO PARA DOUTRINA DA FÉ, Considerações sobre os projectos De reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, 10, disponível em: «http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20030731_homosexual-unions_po.html»
[9] «http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/03/130315_bergoglio_kirchner_pai».