sábado, 14 de julho de 2018

MORO JÁ PODE CONDENAR LULA PELA SEGUNDA VEZ, A PARTIR DE HOJE


O ex-presidente Lula está perto de ser condenado pela segunda vez na primeira instância no caso do recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht. A partir desta sexta-feira, 13, com o fim do prazo para análise dos autos do processo, o juiz Sérgio Moro já está apto a proferir sua sentença sobre a ação penal em que o petista é acusado dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

Condenado por Moro a 9 ano e seis meses de prisão no caso tríplex, Lula agora responde por acusações referentes a benefícios concedidos a Odebrecht, por meio da Petrobras, tendo recebido em troca pagamentos feitos pela empreiteira para a aquisição de um apartamento em São Bernardo do Campo e de um terreno para a construção da sede do Instituto Lula.

Além de todas as provas que já tinha em seu poder desde o ano passado, o juiz Sérgio Moro tem agora a seu dispor os depoimentos de novas testemunhas, como Antonio Palocci e Glaucos Costmarque, o laranja usado na transação de um terreno na Rua Haberbeck Brandão, em São Paulo, e de um apartamento em São Bernardo do Campo, no prédio onde vive Lula.

Moro possui ainda os laudos da perícia no sistema eletrônico, que segundo as investigações da Operação Lava Jato, era utilizado pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para contabilizar pagamentos de propina. O processo já está em fase final e após a etapa de diligências, o juiz abre prazo para a acusação e as defesas apresentarem as alegações finais. Na sequência, a ação volta às mãos de Moro que decide se absolve ou condena os réus.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

O ARGUMENTO FILOSÓFICO CONTRA O CASAMENTO CIVIL GAY

 Você já se perguntou qual é a razão do Estado possuir um contrato de casamento? Qual o seu interesse em proteger contratualmente um consórcio que, em si, pertence a foro privado? Certamente não se trata de uma mera questão patrimonial ou previdenciária já que juridicamente existem outros contratos que suprem esta necessidade. Tampouco se trata de um contingente “contrato de reconhecimento afetivo” já que a afetividade é algo deveras subjetivo para ser contratualizado (por isso que, por exemplo, não existe algo como um “contrato civil de amizade”). O Estado protege as uniões heterossexuais com um contrato de casamento, pois, em sua essência, estas uniões são teleologicamente ordenadas a fins que beneficiam toda a sociedade, sendo, portanto, de interesse público a sua proteção e preservação. Tais fins, intrínsecos à própria natureza das uniões conjugais, são: a procriação e a formação integral de novos seres-humanos. __

Acerca de sua finalidade procriativa, sem a qual sequer poderíamos falar em Estado ou em sociedade, entende-se que toda união heterossexual é teleologicamente ordenada à geração de novos indivíduos, uma vez que esta é a própria razão biológica para a chamada diferenciação sexual existir em nossa espécie. Por se tratar de um conceito ontológico, tal propriedade independe de seu sucesso, incluindo assim também aquelas uniões que não obtiveram sucesso na realização de seu fim, seja por motivos médicos, seja por motivos de escolha pessoal (i.e. casais estéreis e egoístas, respectivamente) [1].

 Acerca de sua finalidade formativa, sem a qual não seria possível existir sociedades sadias, entende-se que toda união heterossexual é teleologicamente ordenada à formação integral de novos indivíduos já que apenas elas possuem as figuras essenciais para o desenvolvimento humano (isto é, a figura paterna e a figura materna). Assim como no fim procriativo, o fim formativo também abrange aquelas uniões que não obtiveram sucesso na realização de seu fim, seja por motivos associados à dedicação paterna (como pais que não tiveram tempo para seus filhos), seja por motivos associados a escolhas que lhes desvinculam de suas obrigações familiares (como por exemplo, abandono, aborto, etc).    

 Sem tais fins qualquer sociedade entraria em colapso. Daí surge a necessidade de não só se proteger contratualmente a instituição que lhes resulta, isto é, a união conjugal entre um homem e uma mulher, como também lhe promover enquanto um bem imanente que deve ser perpetuado. 

 Diante de tudo o que foi exposto, fica claro que as uniões homossexuais não podem ser equiparadas juridicamente às uniões heterossexuais. Seu ato sexual, por exemplo, não é teleologicamente ordenado para a procriação, mas unicamente para a auto-satisfação pessoal (algo que é acidental no coito[2]). Sua educação, da mesma forma, priva a criança de uma das figuras essenciais para o seu desenvolvimento (seja o pai ou a mãe), comprometendo assim a sua saúde psicológica[3]. Não tendo nenhum destes fins, as uniões homossexuais carecem de qualquer relevância social para serem institucionalizadas. 

 Uma vez excluída a finalidade procriativa do casamento, tal contrato perderia completamente a sua essência e se tornaria um mero contrato de reconhecimento afetivo. Nada impediria que os cartórios registrassem também, por exemplo, as uniões poliafetivas[4], incestuosas[5], e não sexuais[6] (como as amizades, por exemplo), já que elas também entrariam no perfil de “uniões afetivas consensuais”. 

 Em síntese, com o reconhecimento do casamento civil gay, o contrato de casamento perderia totalmente o seu significado de existir e tornar-se-ia uma instituição juridicamente contingente. Não obstante, uma vez que um dos benefícios do casamento é a adoção, inúmeras crianças teriam seu direito a um desenvolvimento integral negligenciado pelo Estado (que arbitrariamente as privaria da figura paterna ou da figura materna, essenciais para seu desenvolvimento[7]). 

 Com o intuito de cooperar para o bem-comum, também o Vaticano nos exorta: “Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria.” [8]. O mesmo afirma o Papa Francisco[9]. 


Apologistas Católicos



NOTAS

[1] Alguns ativistas LGBT tentam erroneamente fazer uma analogia entre as uniões homossexuais e as uniões heterossexuais estéreis, dissociando assim o casamento de sua finalidade procriativa. Não obstante, sob o ponto de vista filosófico, tal analogia incorre em um erro fundamental: O fim procriativo do matrimônio não está, de forma alguma, associado ao seu sucesso. Toda relação heterossexual tem por finalidade a geração de novos seres-humanos, pois esta é a sua razão biológica de existir. Se ela obterá sucesso ou não, trata-se certamente de um acidente. Por outro lado, a razão pela qual as relações homossexuais existem tem por fim único o gozo sexual, carecendo, portanto, de qualquer possível analogia com as relações heterossexuais. O argumento conservador não afirma que para que uma união seja considerada casamento, ela sempre deverá obter sucesso em atingir seus fins, mas que para que uma união seja considerada casamento ela deve pelo menos apresentar uma essência ordenada para tais fins. Este é o motivo pelo qual as legislações de várias nações e o próprio Direito Canônico nunca admitiram o casamento de impotentes, embora sempre tivessem admitido o casamento de pessoas inférteis. Se os ativistas querem fazer uma analogia, devem comparar-se aos impotentes, não aos estéreis.
[2] O coito (isto é, a relação sexual entre um homem e uma mulher) existiria mesmo sem a auto-satisfação pessoal (i.e. “orgasmo”), o que prova que o mesmo não faz parte da essência deste fenômeno, mas antes, um de seus acidentes.
[4] No casamento, o número binário está associado ao seu fim procriativo. “Uma vez que você reduzir o propósito do casamento ao apoio amoroso mútuo daqueles que entram no casamento, “dois” se torna o que os filósofos chamam de “acidente” de algo, algo que não é necessário para a essência. É como insistir que uma bola sempre seja vermelha. A vermelhidão é um acidente da bola, não faz parte da sua essência porque uma bola azul ou amarela ainda mantém toda a essência do que é uma bola. Da mesma forma, 19 homens e 5 mulheres que se reúnem voluntariamente em apoio amoroso mútuo cumprem completamente sua essência inventada e seu ponto final inventado: o que é um casamento e seu propósito.” (FITZGIBBONS, Richard, “Marriage, essentially”).
[6] Só tem sentido se exigir sexo no matrimônio se a sua finalidade for a procriação. Caso contrário o sexo se torna o que chamamos em filosofia de “acidente” já que não faz parte da “essência” do objeto em questão.
[7] Cf. Para uma análise de todas as pesquisas recentes sobre o assunto, ler REILLY, Robert, “Making Gay Okay: How Rationalizing Homosexual Behavior Is Changing Everything”, 143-153.

[8] CONGREGAÇÃO PARA DOUTRINA DA FÉ, Considerações sobre os projectos De reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais, 10, disponível em: «http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_20030731_homosexual-unions_po.html»
[9] «http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/03/130315_bergoglio_kirchner_pai». 

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Processos e investigações envolvendo Luiz Inácio Lula da Silva

Capa do Estado de S.Paulo do dia 25 de janeiro de 2018.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ver também: Prisão de Luiz Inácio Lula da Silva

A partir do início de 2016, a vida do ex-presidente Lula passou a mostrar-se bem conturbada, com investigações contra si por acusações dos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio.[1] Lula é réu em sete ações penais, algumas das quais estão no âmbito da Operação Lava Jato.[2]

Se tornou réu pela primeira vez em 29 de julho de 2016, quando o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo MPF e transformou em réus por obstrução de justiça o ex-presidente Lula, o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, o banqueiro André Esteves, o advogado Édson Ribeiro, o pecuarista José Carlos Bumlai e seu filho, Maurício Bumlai. O ex-presidente foi acusado de tentar impedir o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, de assinar acordo de delação premiada.[3]

Em 20 de setembro de 2016, o juiz federal Sérgio Moro aceitou a denúncia do MPF e Lula se tornou réu de ação criminal pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.[4][5][6] Lula teria recebido mais de três milhões de reais em suborno, cujo repasse seria feito pela empreiteira OAS em forma de melhorias e reformas em um triplex, além de armazenamento de bens pessoais por parte da empreiteira.[7] Antes de virar réu, após a denúncia do MPF, Lula negou participar de corrupção. "Provem uma corrupção minha que eu irei a pé para ser preso", disse o ex-presidente, em discurso. Para Moro, o processo será uma "oportunidade" para Lula "exercer livremente sua defesa" e para a Procuradoria "produzir a prova acima de qualquer dúvida razoável".[8]

Em 13 de outubro de 2016, o juiz Vallisney de Souza Oliveira aceitou integralmente a denúncia do MPF oferecida contra o ex-presidente Lula pelos crimes de tráfico de influência, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva na Operação Janus, que investiga negócios suspeitos em Angola com dinheiro do BNDES.[9][10] Em nota, a defesa de Lula rechaçou as acusações, dizendo que o ex-presidente é vítima de lawfare.[9]

Em 17 de dezembro de 2016, o mesmo juiz aceitou a denúncia do MPF, no âmbito da Operação Zelotes, e o ex-presidente Lula virou réu por por tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa em negociações que levaram à compra de 36 caças suecos modelo Gripen pelo governo brasileiro e à prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio da Medida Provisória 627.[11] No dia 19 de dezembro de 2016, Moro aceitou uma nova denúncia da força-tarefa da Lava Jato contra o ex-presidente Lula. Com a decisão, Lula se torna réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com os advogados, o recebimento da denúncia pelo juiz Sérgio Moro "reforça a realidade de que agentes do Estado, sem qualquer isenção, usam processos judiciais para perseguir Lula".[12] De acordo com a denúncia, Lula participou de um esquema para desviar entre 2% e 3% dos valores de contratos assinados entre a Odebrecht e a Petrobras. A cifra total dos desvios ultrapassaria 75 milhões de reais.[12]

No dia 1º de agosto de 2017, Moro aceitou mais uma denúncia contra Lula, relacionada ao caso do sítio de Atibaia. Lula foi acusado de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio. Segundo a acusação, o ex-presidente se beneficiou de 1,02 milhão de reais em reformas no imóvel, que era frequentado por Lula e seus familiares. As reformas teriam sido pagas pelas empreiteiras Odebrecht e OAS.[13]

Em 9 de setembro de 2017, Lula se torna réu pela sétima vez por venda de Medidas Provisórias de incentivos fiscais a montadoras durante sua estadia na presidência. O juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, o tornou réu por corrupção passiva.[14]

Lula foi condenado em julho de 2017 em primeira instância e em janeiro de 2018 em segunda instância na ação penal no âmbito da Operação Lava Jato, referente ao Triplex do Guarujá, sendo posteriormente preso a pedido da Justiça Federal.

Ler na íntegra aqui.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/

LULA DA SILVA: CONHECENDO-O MELHOR PELA SUA FICHA

Acusações de corrupção


Ver artigo principal: Processos e investigações envolvendo Luiz Inácio Lula da Silva.

Luiz Inácio Lula da Silva (Caetés, 27 de outubro de 1945[nota 2]), nascido Luiz Inácio da Silva e mais conhecido como Lula, é um político, ex-sindicalista e ex-metalúrgico brasileiro, o 35.º presidente do Brasil entre 2003 e 2011. Membro fundador e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores, elegeu-se presidente da República na eleição de 2002, sendo reeleito em 2006.

A partir do início de 2016, a vida do político passou a mostrar-se bem conturbada, com investigações contra si por acusações dos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio.[181]

Lula é réu em cinco ações penais, três das quais estão no âmbito da Operação Lava Jato.[182] Em janeiro de 2016 o Ministério Público de São Paulo considerou ter obtido indícios suficientes para denunciar o ex-presidente Lula pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo a investigação a construtora OAS, investigada na Operação Lava Jato, teria reservado para a família do petista um apartamento triplex no Guarujá, e pagado, ainda segundo a investigação, por uma reforma estrutural no imóvel no valor de 777 mil reais. Os promotores apuram também se a construtora usou outros apartamentos no mesmo prédio para lavar dinheiro ou beneficiar outras pessoas indevidamente.[183][184][185] Em fevereiro do mesmo ano Sérgio Moro, juiz federal que conduz os processos da Operação Lava Jato, autorizou a abertura de inquérito para que a Polícia Federal investigue o Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, usado pelo ex-presidente. A família de Lula usa frequentemente o sítio, que foi reformado em 2011. Segundo a Revista Época, entre 2012 e 2015 Lula e a família viajaram 111 vezes ao sítio, que tem 173 mil metros quadrados, lago, piscina e uma ampla residência.[186][187][188]

O MPF suspeita que as empreiteiras OAS e Odebrecht tenham realizado obras na propriedade rural como compensação por contratos com o governo. Segundo a investigação, a reforma teria custado aproximadamente 500 mil reais. De acordo com O Estado de S. Paulo, a empreiteira OAS pagou em dinheiro vivo os móveis e eletrodomésticos da cozinha e da área de serviço do sítio, e ainda segundo o jornal o total comprado para o sítio foi de 180 mil reais.[189][190]

Sobre o sítio em Atibaia, o Instituto Lula afirmou, em nota, que o ex-presidente Lula nunca escondeu que frequenta em dias de descanso o sítio Santa Bárbara, que pertence a amigos dele e de sua família. O instituto afirma que não há nada ilegal nestes fatos, que só eles não servem para vincular Lula a qualquer espécie de suspeita ou investigação.[191]

Denúncias do MPF

Em 21 de julho de 2016, Lula foi denunciado pelo Ministério Público Federal de Brasilia por obstrução à justiça na Lava Jato.[192] Em 29 de julho a Justiça Federal de Brasília aceitou a denúncia do MPF e Lula se tornou réu da ação.[193][194][195] Em 9 de dezembro de 2016, o MPF denunciou à Justiça o ex-presidente Lula e o filho dele, Luiz Cláudio Lula da Silva, pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da Operação Zelotes. De acordo com a acusação, Lula “integrou um esquema que vendia a promessa” de interferências no governo federal para beneficiar empresas.[196]

Condenação sobre o triplex do Guarujá

Em 12 de julho de 2017, o juiz Sérgio Moro sentenciou Lula a 9 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, incluindo o recebimento de propina da OAS Empreendimentos no valor de 2 252 472 reais.[197] Foi o primeiro presidente do Brasil condenado criminalmente desde a promulgação da Constituição de 1988.[198][199][200][201]

Houve reações de apoio e indignação por parte do meio político. Membros da antiga oposição aos governos petistas elogiaram a sentença, incluindo Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro.[202] Políticos petistas e aliados condenaram a decisão, incluindo Gleisi Hoffmann e Dilma Rousseff.[202] Os autores do processo de impeachment de Dilma Rouseff, entre eles Miguel Reale Júnior, elogiaram a decisão de Moro.[203] Houve manifestações a favor e contra a condenação de Lula na cidade de São Paulo.[204]

Em 20 de julho de 2017, a BrasilPrev, a pedido da Justiça, bloqueou cerca de nove milhões de reais de dois planos de previdência. Os planos estavam em nome da LILS Palestras e Eventos, empresa que pertence ao ex-presidente.[205]

Em 24 de janeiro de 2018,[206][207] em um julgamento que recebeu atenção internacional,[208] Lula foi condenado em segunda instância. A sentença foi unânime entre os três desembargadores da 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), em favor de manter a condenação anterior e ainda ampliar a pena de prisão do ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP). Os desembargadores decidiram ampliar a pena para doze anos e um mês de prisão, com início em regime fechado. As conclusões foram que ele recebeu propina de um esquema de corrupção na Petrobras e que essa propina foi entregue em forma de apartamento. O cumprimento da pena se iniciaria após o esgotamento de recursos que fossem possíveis no âmbito do próprio TRF-4. Mesmo condenado, Lula não perdeu imediatamente o direito de se candidatar nas eleições de 2018.[209] A defesa de Lula requisitou habeas corpus preventivo no STJ, onde foi rejeitado por unanimidade, e ao STF, onde também foi rejeitado o habeas corpus preventivo por 6 votos dos ministros contra e 5 a favor.[210] [211]

Prisão e reações
 Ver artigo principal: Prisão de Luiz Inácio Lula da Silva
No dia 5 de abril de 2018, após rejeição do habeas corpus preventivo pelo Supremo Tribunal Federal, o juiz federal Sérgio Moro decretou a prisão de Lula, condenado a 12 anos e um mês de reclusão. O juiz também definiu condições especiais para a prisão devido à dignidade do cargo.[212] A defesa do ex-presidente impetrou um novo pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça para evitar sua prisão, que novamente foi negado.[213] Lula foi o primeiro ex-presidente brasileiro a ser preso em virtude de uma condenação penal por crime comum.[214] A prisão de Lula criou o movimento "Lula Livre".[215][216][217][218]

No dia 6 de abril de 2018, após o encerramento do prazo dado por Moro para que o ex-presidente se entregasse espontaneamente, Lula decidiu não se apresentar à sede da Polícia Federal em Curitiba,[219] além de se negar a sair do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A PF planejou o transporte de Lula caso ele quisesse se entregar tanto na central da Polícia Federal em São Paulo ou em Curitiba.[220] Antes de sair, Lula declarou, em um discurso no local, que pretendia se entregar para provar a sua inocência e para não ser dado como foragido. Disse também que não tinha medo de Moro e que a razão verdadeira de sua prisão era a sua política social, e finalizou afirmando que haveria continuidade de seu legado após a prisão.[221]

Ler na íntegra aqui.

Referências

segunda-feira, 25 de junho de 2018

O MORIBUNDO



A delação de Palloci, que deve vir à luz em breve, elucidará a atuação e colocará o partido de lula, o PT, em seu devido lugar na história.

Confinado num caixão já com muitos pregos, o PT moribundo é o protagonista absoluto de seu próprio funeral.

A recente -e inesperada decisão- de um dos juízes satélites de luladasilva, Fachin, ao recuar em sua determinação de jogar para as mãos dos comparsas da segunda turma do STF um possível livramento do criminoso, hoje enjaulado, é um sintoma claro dessa morte política.

Mais do que a liberdade, a pretensão do pedido estapafúrdio da defesa do enjaulado -leia-se Zanin, literalmente o advogado do diabo- era a de viabilizar a candidatura de lula, e colocá-lo fora do alcance da Lei de Ficha Limpa. Não deu certo.

Os sintomas da agonia de lula são mais do que visíveis, até seus advogados brigam entre si, como foi o caso do conflito entre o boneco Zanin e o mofado Sepúlveda, onde um desautorizou o outro e Sepúlveda ameaçou abandonar o barco furado que é a defesa do indefensável.

lula da silva, um criminoso condenado e um ególatra que jamais admitiu outro nome para representar o PT, paga hoje o preço por sua arrogância.

Aos poucos, vai sendo abandonado.

Os inimigos que amealhou são muitos, e muitos são os que cobiçam o poder que tinha outrora.

Entre eles, alguns estavam próximos, muito próximos, como o próprio Lindbergh, humilhado e desprezado pelo sociopata, no caso da escolha de Gleisi Hofmann para a presidência do partido.

E a própria Gleisi. Desleal e traiçoeira, quem garantirá a luladasilva que pela cabecinha da moça não passem algumas ideias próprias sobre o futuro que não incluam o vigarista de Garanhuns?

Ninguém garante nada. Muito menos os antigos parceiros de lula hoje em debandada.

O único fato comprovado é que lula continua em cana, e provavelmente continuará, a depender das forças que hoje atuam contra ele.

Parece que enfim a quadrilha no poder constatou que o gajo é descartável. E mais do que isso, um enorme estorvo.

Fachin não conseguiu levar o caso aos abutres do STF, que esperavam para soltar o patrão criminoso.

Assim, lula caminha para o merecido ostracismo.

E a merecida morte política.

Junto com ele, no rastro da delação de Palloci, vai se aclarando finalmente a atuação deprimente do Partido dos Trabalhadores. Que atuou, na verdade, como uma organização criminosa com uma fachada política. Nada mais.

A derrocada do criminoso luladasilva é um golpe duro para outros criminosos espalhados por aí, como Maduro, integrantes do famigerado Foro de São Paulo.

Que lamentem.

Chegará sua hora.

Hora em que o mundo poderá respirar um pouco melhor, livre do cheiro da podridão desses regimes comunistas criminosos. Quem viver verá.


terça-feira, 19 de junho de 2018

A verdade sobre Lula que o PT, os artistas, jornalistas e intelectuais de aluguel tentam esconder


Os apoiadores de aluguel do ex-presidente Lula estão distribuídos em vários segmentos entre os influenciadores nos meios de comunicação, na imprensa e nas Redes Sociais. Todos os artistas, jornalistas e pseudo intelectuais alegam que o petista, condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, é vítima de perseguição por parte da Justiça.

O que toda essa gente tenta esconder a qualquer custo é o fato de Lula ter tratado os pobres como lixo no Bolsa Família, enquanto distribuía recursos preciosos do contribuinte a bilionários corruptos. Os bilhões distribuídos por Lula e Dilma a gente como Joesley Batista, Marcelo Odebrecht, Léo Pinheiro e Eike Batista poderiam ter sido usados para construção de escolas, centros profissionalizantes, ampliação de programas sociais e até mesmo para a geração de milhões de empregos no país.

Desde a deflagração da Operação Lava Jato, o Brasil não precisou de muito tempo para compreender a extensão da enganação que o PT de Lula e Dilma representou para o país e seu povo ao longo de treze anos no poder. A maior vergonha petista é que todos hoje podem constatar que Lula e Dilma trataram o povo como lixo, enquanto destinavam bilhões do dinheiro do contribuinte aos seus financiadores empreiteiros corruptos.

Na prática, o dinheiro que Lula roubou para seus comparsas empreiteiros daria para revolucionar a infraestrutura do país e atrair dez vezes mais investimentos estrangeiros em uma década. No lugar de gerar emprego para o povo sofrido, Lula preferiu pegar menos 1% do dinheiro consumido com a corrupção petista para destinar ao programa Bolsa Família. No lugar de oferecer oportunidade e dignidade para as pessoas carentes, Lula preferiu alimentar a miséria, tornando milhões de brasileiros dependentes de programas sociais, mas desprovidos de dignidade e de acesso a serviços básicos de qualidade. Gente inocente que ainda via no petista a figura de pai dos pobres, sem saber que na verdade Lula era o cúmplice de bandidos corruptos que ajudaram a roubar o Brasil.

Há quem se queixe de que a história costuma ser implacável com quem erra. Mas quem comete tantos erros, premeditados, como Lula e os integrantes do PT não se importaram nem um pouco com o rumo diferente que poderiam ter dado ao país e a milhões de brasileiros, caso não tivessem optado pelo caminho do crime, da ganância e da mediocridade da corrupção.

Lula tratou bilionários como príncipes e distribuiu o dinheiro do contribuinte aos bandidos do colarinho branco em troca de propina. Na lista, nomes como Eike Batista, Wesley e Joesley Batista do grupo Friboi, Marcelo e Emílio Odebrecht, do Grupo Odebrecht, Antonio Carlos Mata Pires, dono da empreiteira OAS e André Esteves, aquele que comprou o Banco BTG Pactual do economista Paulo Guedes.

Lula está preso em Curitiba desde o início de abril, mas ainda é réu em outras seis ações penais. O petista deve responder por dezenas de crimes nos próximos meses e anos, considerando ainda os inquéritos e investigações criminais em curso contra ele e os integrantes da organização criminosa que comandou ao longo da última década e meia. Sem os crimes e desacertos de Lula e do PT na vida do país, o Brasil viveria dias mas prósperos na atualidade, mas o povo ainda deve padecer por anos ainda, em consequência da ganância, corrupção e incompetência dos escolhidos por Lula em seu ambicioso plano de poder.   

Fonte: http://www.imprensaviva.com/

quinta-feira, 7 de junho de 2018

EM NOVO SINAL DE DESESPERO, PT PODE LANÇAR GLEISI À PRESIDÊNCIA PARA TENTAR NEGOCIAR INDULTO A LULA



Por Redação Ucho.Info

A agonia que domina a cúpula do Partido dos Trabalhadores piora sobremaneira com o passar dos dias, especialmente por causa da difícil situação do ex-presidente Lula, que cumpre pena de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Isso aumenta a dificuldade do partido em relação à corrida presidencial de outubro próximo.

Considerando que Lula está inelegível com base na Lei da Ficha Limpa, o PT busca uma alternativa em termos de candidatura, ao mesmo tempo em que depende da figura do ex-metalúrgico para evitar uma catástrofe maior. Ou seja, os petistas pretendem levar adiante a bizarra candidatura de Lula como forma de catalisar votos Brasil afora.

Por conta desse cenário de incertezas, o PT tornou-se vulnerável a lufadas de insanidade. O mais recente devaneio petista brota da possibilidade de a legenda lançar a senadora paranaense Gleisi Helena Hoffmann como candidata à Presidência da República. O que em termos políticos seria um monumental equívoco, pois a presidente nacional do PT está desidratada eleitoralmente, além de ser ré por corrupção não âmbito da Operação Lava-Jato, com julgamento que deve acontecer em breve.

A estratégia tem como objetivo negociar com algum candidato de esquerda q concessão de indulto ao agora presidiário Lula. Mesmo assim, o ex-presidente já pediu aos “companheiros” para que desistam da esdruxula tese do indulto. Na mira do PT está o presidenciável Ciro Gomes, do PDT, um típico “coronel nordestino” que insiste em ludibriar a opinião pública.

O plano petista ganhou corpo após a cúpula do PT constatar que Gleisi Helena está sem condições para tentar a reeleição ao Senado, situação que se repete em relação a eventual candidatura à Câmara dos Deputados. A presidente nacional do PT poderá ficar sem foro privilegiado a partir de 1º de fevereiro do próximo ano. E um cargo de ministra de Estado poderia salvá-la de um julgamento comandado pelo juiz Sérgio Moro.

No caso de a investida desesperada do partido fracassar – a possibilidade de isso acontecer é enorme –, Gleisi Hoffmann poderá usar o horário eleitoral do PT para continuar gralhando sobre vários temas, como a alegada inocência de Lula, a tese de que o petista-mor é um preso político, a eventual ingerência da ONU para libertá-lo. Ou seja, a velha e conhecida cantilena da “companheirada”.

Nove entre dez petistas sabem que é mínima a chance de Gleisi tornar-se minimamente competitiva no escopo da corrida presidencial. Contudo, uma candidatura da senadora ao Palácio do Planalto poderia levar Ciro Gomes a encampar a tese do indulto a Lula. Nos sonhos dourados do PT, esse pacote incluiria o fim da Operação Lava-Jato, detalhe que mostra de maneira clara o grau de desespero que acomete a legenda.