sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

CERVERÓ REVELA PROPINA PARA ELEIÇÃO DE JAQUES WAGNER EM 2006

Jaques Wagner. Foto: Dida Sampaio/Estadão
Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso 08/01/2016, 13h25

Ex-diretor da Petrobrás revelou à Procuradoria-Geral da República repasse de 'um grande aporte de recursos' para a campanha do petista - atual ministro-chefe da Casa Civil - ao governo da Bahia; documento com declarações do delator foi apreendido no gabinete do senador Delcídio Amaral.

Documento apreendido no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT/MS), ex-líder do governo no Senado, atribui ao ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró a revelação de que o ministro-chefe da Casa Civil do governo Dilma, Jaques Wagner (PT), recebeu ‘um grande aporte de recursos’ para sua campanha ao governo da Bahia em 2006. Segundo Cerveró, o dinheiro teria sido desviado da Petrobrás e ‘dirigido’ pelo então presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli.

Jaques Wagner foi eleito governador baiano naquele ano e reeleito em 2010. Em outubro de 2015, ele assumiu a chefia da Casa Civil de Dilma, deixando o Ministério da Defesa.

O documento é um resumo das informações que Cerveró prestou à Procuradoria-Geral da República antes de fechar seu acordo de delação premiada. Segundo o jornal Valor Econômico, os papeis foram apreendidos no dia 25 de novembro, quando Delcídio foi preso sob acusação de tramar contra a Operação Lava Jato. O senador, que continua detido em Brasília, temia a delação de Cerveró.

Os investigadores querem saber como o petista teve acesso ao conteúdo da colaboração do ex-diretor da Petrobrás. Em sua delação, Cerveró falou de Delcídio e também do ministro da Casa Civil.

“Na campanha para o governo do Estado da Bahia, em 2006, houve um grande aporte de recursos para o candidato do PT, Jaques Wagner, dirigida por Gabrielli. Nessa época, o presidente Gabrielli decidiu realocar a parte operacional da parte financeira para Salvador, sem haver nenhuma justificativa, pois havia espaço para referida área no Rio de Janeiro”, informou o ex-diretor. “Para tanto, foi construído um grande prédio em Salvador, onde atualmente é o setor financeiro da Petrobrás.”

Ouvido pela reportagem do Estadão, o ex-presidente da Petrobrás afirmou categoricamente. “Nunca soube de utilização de recursos ilegais dos fornecedores da Petrobrás para a campanha do governador Jaques Wagner em 2006 ou em 2010.” erveró relatou como teve ‘conhecimento do fato’. Segundo ele, ‘tal fato era de conhecimento notório de todos os diretores da Petrobrás. O ex-diretor disse que não sabe qual foi a empreiteira que construiu o prédio da estatal, ‘sendo que muito provavelmente foi essa construtora que fez a doação para a campanha de Jaques Wagner’.

“As informações sobre o dinheiro enviado para a campanha de Jaques Wagner em 2006 foram da Ouvidoria Geral Maria Augusta (falecida) e de Armando Tripodi (Bacalhau – Sindicato dos Petroleiros da Bahia) que foi chefe de gabinete de Gabrielli e do qual me tornei amigo. Durante 6 anos”.

Maria Augusta Carneiro Ribeiro morreu em 2009 após um acidente de carro no Rio.

O ex-diretor citou ainda outros nomes em sua delação. “Inclusive a mulher dele Gilze foi nomeada e ficou 3 anos como ouvidora da BR Distribuidora. Grande quantidade de recursos veio das operações de trading que Gabrielli e Dutra controlavam juntos com Manso. Além disso, foi construído o prédio para a área financeira da Petrobrás onde também houve propina para eleição.”

As assessorias de Jaques Wagner e da Petrobrás ainda não retornaram ao contato da reportagem.

COM A PALAVRA, JOSÉ SÉRGIO GABRIELLI

“Repudio, mais uma vez, o método utilizado para obtenção e o conteúdo das acusações levantadas através de vazamentos seletivos de delações premiadas.

Em primeiro lugar, o trecho citado no vazamento da delação, de posse do jornal e sem que eu tenha tido acesso a ela, fala de pessoas já falecidas, como a ex- Ouvidora Geral da Petrobrás e do meu ex- Chefe de Gabinete, que nega a informação veiculada. É o disse que me disse de alguém, que ouviu falar, que outrem teria feito tal coisa. Nada indica um conhecimento direto sobre a falsa denúncia, seja por parte do delator, seja por parte do jornalista. Nem há uma acusação explícita, até pelo próprio delator, segundo a parte do material a que o jornal se refere, sobre minha participação direta nos pretensos fatos delatados.

Nunca soube de utilização de recursos ilegais dos fornecedores da Petrobrás para a campanha do governador Jaques Wagner em 2006 ou em 2010.

Não vejo nenhuma consistência na informação de que “operações de trading” seriam de competência da Presidência da Petrobrás. Nunca foram e não são. Desta forma, a pretensa origem dos recursos é absolutamente falsa.

Mais ainda incoerente é seu parágrafo seguinte, sobre a realocação de parte das atividades financeiras e de tributos da Petrobrás para Salvador. Além de ter sido uma operação que reduziu custos da empresa, consolidando suas atividades de pagamentos e de acompanhamento tributário, o Cofip (Centro de Operações da Área Financeira), órgão responsável por estas atividades, inicia suas operações em julho de 2008, portanto dois anos depois das eleições de 2006.

Segundo informativos da imprensa da época:

“A escolha da capital baiana como sede do Cofip também foi resultante de um grande processo de avaliação qualitativa e quantitativa, que começou em 2007, envolvendo diversas pesquisas. Foram analisados os grandes centros brasileiros onde a Companhia tem escritórios da Área Financeira, sendo examinados itens como custo e qualidade de vida, oferta de serviços de educação e saúde e até a disponibilidade de imóveis. A escolha do local buscou, simultaneamente à otimização de custo da empresa, reduzir também o custo de vida dos empregados, mantendo ou melhorando sua qualidade de vida”. (http://www.dci.com.br/financas/petrobras-cria-cofip-para-gerenciar-atividades-financeiras-da-empresa-id163895.html)

Completando a informação solicitada:

As reformas do prédio do Cofip foram realizadas pela empresa Civil, que era a proprietária do mesmo, sem que tenha havido qualquer irregularidade do meu conhecimento.

Há uma grande confusão com outro prédio, relacionada à construção da sede da Petrobrás em Salvador, em outro local e em datas completamente diferentes e que deve ter sido inaugurada em 2014 ou 2015. Estou fora da empresa deste fevereiro de 2012.”

AS MÃOS SUJAS DOS HOMENS DA PRESIDENTE DILMA


O Jornal o Estado de São Paulo – Estadão – traz, nesta quinta, 07 de janeiro, matéria assinada pelos jornalistas Daniel Carvalho e Beatriz Bulla, na qual fica demonstrada a participação direta do Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Jaques Wagner num intrincado esquema de arrecadação ilegal de dinheiro para a campanha política do PT em Salvador. As personagens são as mesmas da Lava jato.

Léo Pinheiro da OAS está no epicentro da matéria. Jaques Wagner é citado como “JW” ou como “compositor” fazendo alusão ao compositor alemão Richard Wagner.

A matéria é o começo do fim de Wagner na Casa Civil. Dilma esperava por isso para detoná-lo…


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Voltou a chover forte em Barrocas na tarde desta quinta-feira


Foi grande o volume de chuva na sede do município, vários bueiros não suportaram a grande quantidade de água e transbordaram. Próximo ao Campo Municipal de Futebol a água passou sobre a linha férrea.

Começou a chover após as 17 horas e rapidamente as ruas ficaram cobertas pela correnteza, foram mais de 60 minutos de chuva forte, em alguns pontos da cidade os veículos tiveram dificuldades para circular.


Em diversas ruas da parte baixa da cidade, casas e estabelecimentos comerciais foram invadidos pela água que corria forte no calçamento.

Apesar de chover bastante não faltou energia na cidade, com poucos trovões e raios a chuva foi considerada tranquila.


@ Nossa Voz - Imagens Rubenilson Nogueira e Victor Santos

A Revolução Cultural do PT

O documento está recheado de equívocos, exemplos estapafúrdios, de panfletarismo barato, de desconhecimento da História. A proposta é um culto à ignorância.


Marco Antonio VillaO GLOBO

O Ministério da Educação está preparando uma Revolução Cultural que transformará Mao Tsé-Tung em um moderado pedagogo, quase um “reacionário burguês.” Sob o disfarce de “consulta pública”, pretende até junho “aprovar” uma radical mudança nos currículos dos ensinos fundamental e médio — antigos primeiro e segundo graus. Nem a União Soviética teve coragem de fazer uma mudança tão drástica como a “Base Nacional Comum Curricular.”
No caso do ensino de História, é um duro golpe. Mais ainda: é um crime de lesa-pátria. Vou comentar somente o currículo de História do ensino médio. Foi simplesmente suprimida a História Antiga. Seguindo a vontade dos comissários-educadores do PT, não teremos mais nenhuma aula que trata da Mesopotâmia ou do Egito. Da herança greco-latina os nossos alunos nada saberão. A filosofia grega para que serve? E a democracia ateniense? E a cultura grega? E a herança romana? E o nascimento do cristianismo? E o Império Romano? Isto só para lembrar temas que são essenciais à nossa cultura, à nossa história, à nossa tradição.
Mas os comissários-educadores — e sua sanha anticivilizatória — odeiam também a História Medieval. Afinal, são dez séculos inúteis, presumo. Toda a expansão do cristianismo e seus reflexos na cultura ocidental, o mundo islâmico, as Cruzadas, as transformações econômico-políticas, especialmente a partir do século XI, são desprezadas. O Renascimento — em todas as suas variações — foi simplesmente ignorado. Parece mentira, mas, infelizmente, não é. Mas tem mais: a Revolução Industrial não é citada uma vez sequer, assim como a Revolução Francesa ou as revoluções inglesas do século XVII.
O apagamento da História, ao estilo Ministério da Verdade de “1984,” não perdoou a história dos Estados Unidos — neste caso, abriu exceção somente para a região onde esteve presente a escravidão. Do século XIX europeu, tudo foi jogado na lata de lixo: as unificações alemã e italiana, as revoluções — como a de 1848 —, os dilemas político-ideológicos, as mudanças econômicas, entre outros temas clássicos e indispensáveis à nossa História.
Os policiais da verdade não perdoaram também a História do Brasil. Os movimentos pré-independentistas — como as Conjurações Mineira e Baiana — não existiram, ao menos no novo currículo. As transformações do século XIX, a economia cafeeira, a transição para a industrialização foram desconsideradas, assim como a relação entre as diversas constituições e o momento histórico do país, isto só para ficar em alguns exemplos.
Mas, afinal, o que os alunos vão estudar? No primeiro ano, “mundos ameríndio, africanos e afro-brasileiros.” Qual objetivo? “Analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas de povos africanos, europeus e indígenas relacionados a memórias, mitologias, tradições orais e a outras formas de conhecimento e de transmissão de conhecimento.” E também: “interpretar os movimentos sociais negros e quilombolas no Brasil contemporâneo, estabelecendo relações entre esses movimentos e as trajetórias históricas dessas populações, do século XIX ao século XXI.” Sem esquecer de “valorizar e promover o respeito às culturas africanas, afro-americanas (povos negros das Américas Central e do Sul) e afro-brasileiras, percebendo os diferentes sentidos, significados e representações de ser africano e ser afrobrasileiro.”
No segundo ano — quase uma repetição do primeiro — o estudo é sobre os “mundos americanos.” Objetivo: “analisar a pluralidade de concepções históricas e cosmológicas das sociedades ameríndias a memórias, mitologias, tradições e outras formas de construção e transmissão de conhecimento, tais como as cosmogonias inca, maia, tupi e jê.” Ao imperialismo americano, claro, é dado um destaque especial. Como contraponto, devem ser estudadas as Revoluções Boliviana e Cubana; sim, são exemplos de democracia. E, no caso das ditaduras, a sugestão é analisar o Chile de Pinochet — de Cuba, nem tchum.
No terceiro ano, chegamos aos “mundos europeus e asiáticos.” Se a Guerra Fria foi ignorada, não foi deixado de lado o estudo da migração japonesa para o Paraguai na primeira metade do século XX (?). O panfletarismo fica escancarado quando pretende “problematizar as juventudes, discutindo massificação cultural, consumo e pertencimentos em diversos espaços no Brasil e nos mundos europeus e asiáticos nos séculos XX e XXI.” Ou quando propõe “relacionar as sociedades civis e os movimentos sociais aos processos de participação política nos mundos europeus e asiáticos, nos séculos XX e XXI, comparando-os com o Brasil contemporâneo.”
Quem assina o documento é o ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro, um especialista brasileiro em Thomas Hobbes. Porém, Hobbes ou o momento em que viveu (o século XVII inglês) são absolutamente ignorados pelos comissários-educadores. Para eles, de nada vale conhecer Hobbes, Locke, Platão, Montesquieu, Tocqueville, Maquiavel, Rousseau ou Sócrates. São pensadores do mundo europeu. O que importa são as histórias ameríndias, africanas e afro-brasileiras.
O documento está recheado de equívocos, exemplos estapafúrdios, de panfletarismo barato, de desconhecimento da História. Os programas dos cursos universitários de História foram jogados na lata de lixo e há um evidente descompasso com a nossa produção historiográfica. A proposta é um culto à ignorância. Nenhuma democracia no mundo ocidental tem um currículo como esse. Qual foi a inspiração? A Bolívia de Morales? A Venezuela de Chávez? A Cuba de Castro? Ou Lula, aquele que dissertou sobre a passagem de Napoleão Bonaparte pela China?

 Marco Antonio Villa é historiador

ALEXANDRE PADILHA NAS GARRAS DA LAVA-JATO - MAIS UM PETRALHA DESMASCARADO

400.000 MÉDICOS DE ALMA LAVADA ! MARGINAL TRAIDOR DA PROFISSÃO É PEGO!

Finalmente, Padilha

Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde de Dilma Rousseff, iria ficar com uma parte do laboratório Labogen, usado por Alberto Youssef para fraudar contratos e lavar dinheiro.

A denúncia foi feita por um dos entregadores de propina de Youssef, o Ceará, e reproduzida pelo Estadão:

“A Labogen seria dividida em quatro partes; uma das partes era de Leonardo Meirelles; a segunda parte era de Alberto Youssef, baseada no débito que Leonardo Meirelles tinha para com ele; a terceira parte era do então ministro da Saúde Alexandre Padilha e de André Vargas; a quarta parte era do fundo de investimentos administrado por Pedro Paulo Leoni Ramos; o aporte de dinheiro na Labogen para fabricar os medicamentos a serem fornecidos ao Ministério da Saúde foi feita por meio do fundo de investimentos administrado por Pedro Paulo Leoni Ramos". (O ANTAGONISTA)

NOTA DO EDITOR - AGORA A PRISÃO DESTE BANDIDO É UMA QUESTÃO DE TEMPO.

A Labogen era uma das empresas usadas por Youssef para remeter dinheiro de forma fraudulenta para o exterior via celebração de contratos de câmbio para importações fictícias, segundo a força-tarefa da Lava Jato. O laboratório e o nome de Padilha já haviam sido citados no depoimento de Youssef. Segundo o doleiro, o ex-deputado André Vargas teria feito lobby junto ao ministro Padilha para que a Labogen firmasse contratos milionários com o Ministério da Saúde.


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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Reforma curricular que o PT vai tentar passar em 2016 é um crime de lesa-pátria.

Professor e historiador Marco Antônio Villa 

Toda minha solidariedade ao professor e historiador Marco Antônio Villa em sua campanha que denuncia a reforma absurda que os ideólogos de esquerda estão tentando passar no Ministério da Educação na calada da noite.

Como bem disse, nem a União Soviética na época do Stalin teve coragem de fazer uma desconstrução tão grande do Ocidente como essa reforma curricular proposta.

Assista e tire suas conclusões. Na revolução cultural do PT, a Grécia Antiga, a origem da democracia e da filosofia; o Império Romano; a revolução industrial não são citadas uma vez sequer, assim como o Iluminismo ou as reformas liberais do século XVII. Querem apagar a história ocidental do currículo escolar.

Se você também é contra tudo isso, compartilhe. Vamos mobilizar as redes e os canais de comunicação. Usarei todos os microfones do Congresso para sepultar essa proposta indecorosa.

José Carlos Aleluia


Aleluia: “Wagner não tem compromisso com a verdade”

Deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)
“O Sr. Jaques Wagner está de volta à ribalta política com seu repertório de mentiras”, diz o deputado federal José Carlos Aleluia, nem um pouco surpreso com a desfaçatez desabusada do ministro da Casa Civil da presidente Dilma Rousseff em entrevistas à imprensa nacional. “Daquele que foi governador da Bahia prometendo a ponte Salvador-Itaparica e tantas outras lorotas, que nunca saíram do papel, espera-se tudo. Até mesmo a tentativa absurda de culpar a oposição pela crise causada pelos governos petistas”, observa o parlamentar baiano.

“Wagner não tem compromisso com a verdade!”. Para Aleluia, faltou ao ex-governador da Bahia admitir que o PT não só reproduziu metodologias antigas da política brasileira e se lambuzou. “O PT foi muito além disso. O partido do ministro Jaques Wagner inovou ao introduzir o esquema bilionário de corrupção do petrolão, o maior de toda a história da humanidade”.

Aleluia entende que o impeachment da presidente Dilma é um clamor popular. “Todas as pesquisas de opinião mostram o descrédito de Dilma com a população. Não é questão apenas de popularidade como quer Wagner. O problema é de falta de confiança geral numa presidente que demonstrou ser irresponsável na condução do país”.

O deputado democrata não concorda com as desculpas do ministro de Dilma nem com o pedido de nova oportunidade para o governo petista.

“Como podemos admitir que o Brasil continue sendo governado pelo poderoso chefão Lula e sua fiel escudeira Dilma, auxiliados por, pelo menos, meia dúzia de ministros achacadores, envolvidos na Operação Lava Jato?”.