segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Ex-presidente, Lula tem direito a carros de luxo e oito funcionários pagos pelo governo

Agência Estado
Ex-presidente Lula sorri para jornalistas e admiradores no seu apartamento, em São Bernardo do Campo
Antigos ocupantes do Palácio do Planalto custam cerca de R$ 3 milhões aos cofres públicos.

Fora da Presidência e desalojado do Palácio do Planalto pela nova presidente, Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou polêmica na sua primeira semana fora do cargo ao escolher uma instalação do Exército para descansar. De férias, foi passar alguns dias no Forte dos Andradas, no Guarujá (litoral de São Paulo). O problema é que, como ex-presidente, Lula não tem direito a utilizar a instalação militar.

A herança para quem deixa o cargo mais alto do país se “resume” a dois carros de luxo, gasolina à vontade e oito funcionários a sua disposição indicados pelo ex-presidente – sendo dois motoristas, quatro seguranças e dois assessores com salários que podem chegar a R$ 8.988.

Até o ano passado, ninguém descartava a mordomia. Os ex-presidentes José Sarney (PMDB), Fernando Collor de Mello (PTB), Itamar Franco (PPS) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB) utilizavam todos os benefícios que a lei brasileira permite. Procurada pelo R7, a assessoria da Casa Civil não soube informar se Lula já pediu suas regalias.

Antes, os antigos ocupantes do cargo também recebiam subsídio do mesmo valor do salário dos governantes em exercício, mas a benesse foi cortada há dois governos, de acordo com a Casa Civil. Os ex-presidentes custam aproximadamente R$ 3 milhões por ano.

Até mesmo Collor, que teve seus direitos políticos suspensos depois do processo de impeachment que enfrentou em 1992, utiliza dois carros e oito funcionários pagos pelo governo. Durante os oito anos em que ficou afastado da política, Collor não teve direito a nada, mas, assim que retornou, pediu todos os benefícios. De acordo com a Casa Civil, Collor optou por escalar apenas militares no quadro dos oito funcionários. O ex-presidente acumula os benefícios com o salário e vantagens que ganha como senador da cadeira do PTB de Alagoas. Em Brasília, Collor é visto com os seguranças até mesmo em passeios ao cinema. Itamar demorou a solicitar os carros e os funcionários. O departamento da Casa Civil que cuida dos ex-presidentes até estranhou. Mas quando o ex-presidente mineiro retornou da missão como embaixador do Brasil na Itália também quis entrar na lista dos beneficiários da União. FHC e Sarney utilizam os mimos concedidos a ex-presidentes desde que passaram a faixa ao sucessor.

No Brasil, ex-presidente não dirige carro velho. Sempre que a frota dos carros da Presidência da República é trocada, os ex-presidentes também ganham carros novos. O modelo mais utilizado é o Omega, estimado em R$ 150 mil. Não existe limite de gasto com gasolina. Basta que os motoristas nomeados como “funcionário de ex-presidente” apresentem nota fiscal do posto de gasolina para a Casa Civil ressarcir o gasto.

Diante do possível “favorecimento” a Lula e antes que outros ex-presidentes também reivindicassem a estadia à beira-mar no forte, o Ministério da Defesa se prontificou a explicar que o ex-presidente estava lá a convite de Nelson Jobim.

domingo, 2 de novembro de 2014

"O governo rompeu todos os parâmetros da ética"

Afirmativa é do deputado baiano Jutahy Magalhães Jr., do PSDB; 
ele engrossa coro da oposição e afirma que o Congresso vai "fiscalizar e cobrar o governo dia e noite", atuando "de forma consistente"; 
"Nós estaremos neste plenário combatendo a corrupção, defendendo os bons serviços para a população. Queremos que a inflação esteja sob controle e que haja desenvolvimento"; 
ele afirma também que 'vibrou' com decisão do Legislativo de derrubar o decreto "bolivariano" que criava conselhos populares "com a clara intenção de usurpar poderes do Legislativo e aparelhar o Estado".

Bahia 247 - Deputado federal no sétimo mandato consecutivo e reeleito para o oitavo, o baiano Jutahy Magalhães Jr., do PSDB, engrossa coro da oposição e afirma que o Congresso vai "fiscalizar e cobrar o governo dia e noite", atuando "de forma consistente".

"Nós estaremos neste plenário combatendo a corrupção, defendendo os bons serviços para a população. Queremos que a inflação esteja sob controle e que haja desenvolvimento”, disse o tucano.

Ele afirma também que 'vibrou' com decisão do Legislativo de derrubar o decreto "bolivariano" que criava conselhos populares "com a clara intenção de usurpar poderes do Legislativo e aparelhar o Estado".

Sobre as eleições, Jutahy avalia que "onde a sociedade é maior que o Estado, Aécio Neves (PSDB) venceu bem, mas onde o Estado é maior que a sociedade, nós perdemos feio”.

"Esta realidade está presente, e não é uma realidade que se distingue por regiões: o Norte contra o Sul, o Nordeste contra o Sudeste. Esta realidade está presente em cada região. Em cada região, existe uma dicotomia entre quem depende do Estado e quem não depende do Estado. Por isso, obviamente, fiquei muito triste (com o resultado da eleição), mas com a consciência tranquila de não estar do lado dos vencedores, porque o que nós desejamos, o que nós queremos para o Brasil é a defesa dos mais pobres, mas a defesa dos mais pobres diante de uma realidade que se constrói, combatendo a inflação aí presente — as pessoas vão perceber isso de forma muito mais clara a partir de 2015 —, uma inflação que corrói os salários principalmente dos mais pobres. Nós queremos um Brasil que tenha eficiência administrativa, com serviços de qualidade para a população, na área da saúde, da segurança pública, da educação. É isso que nós desejamos. Isso significa defender o pobre, defender aquilo de que ele precisa".

E para fechar a conta, o tucano disse em pronunciamento no plenário da Câmara que quer "um país eticamente sério, em que não haja corrupção nem desvio de conduta".

"Nesse aspecto, o atual governo rompeu todos os parâmetros em relação à compostura, à decência e à ética na política. O que vai aparecer, no caso da Petrobras, vai escandalizar o País: centenas e centenas de agentes políticos e partidários estarão envolvidos nesse lamaçal da Petrobras, e nós vamos ter diante de nós a visão do Brasil e do que acontecia na maior empresa nacional”.

“Regulação da mídia” deve ser questão número 1 no Brasil – diz Foro de São Paulo.

Lula discursa durante ato político em comemoração aos 15 anos do Foro de São Paulo 
Foto Ricardo Stuckert/PR)

Foro de São Paulo diz que ‘regulação da mídia’ deve ser questão número 1 no Brasil.

Eu não tenho nenhuma dúvida. O que acontece na Venezuela hoje, e o que está acontecendo na Colômbia, tem um selo inconfundível: Foro de São Paulo. Muitos ouviram falar desta organização, mas poucos sabem acerca de sua real periculosidade.

O Foro de São Paulo foi criado em 1990 por Fidel Castro, com o propósito de ser um aparato unificador do comunismo em toda a América Latina. Sua intenção foi dar um novo alento ao regime comunista de Cuba após a queda do muro de Berlim e a descida em picada da União Soviética. A ideia, em 1990, era tomar inicialmente o controle de dois países poderosos da América Latina: Brasil e Venezuela, para desde lá financiar a rendição do resto da América Latina aos pés do castro-comunismo. Sendo o Foro de São Paulo uma organização decisiva, necessita dentro de cada país do apoio resoluto de organizações não-governamentais que são as que oferecem o músculo político e que, por sua vez, são apoiadas por organizações internacionais com aparência de legalidade. São milhares e milhares destas organizações com os mais variados fins em sua superfície: feministas, ambientalistas, coletivos de advogados, defensores de Direitos Humanos, homossexuais, indigenistas, ativistas de todo tipo. Junto a estas ONG’s, estão os meios de comunicação que se mobilizam em massa para defender os interesses destas organizações e, portanto, do Foro de São Paulo.

Tudo isto consegue importante apoio popular, uma vez que o castro-comunismo tem um controle muito mais importante que todos os mencionados, um controle cuja existência poucos reconhecem: a ideologia. O castro-comunismo encontra-se por toda nossa América Latina, infiltrado em universidades, colégios, grêmios de artistas e intelectuais, academias. Dali controlaram a ideologia que guia todos os seus fins perversos, implantam as premissas filosóficas do indigenismo, da etnicidade, com a ideia torcida de que o homem é definido por sua raça, por sua linha sanguínea, em vez de sê-lo pela capacidade de raciocinar. A etnicidade e o indigenismo foram utilizados para fragmentar as nações onde quer que tenham a má sorte de ter membros do Foro de São Paulo, quer dizer, toda a América Latina.

A Colômbia, por exemplo, baseou sua Constituição de 1991 (idealizada e realizada pelo terrorismo do M-19 dirigida pela mão de Castro) nestas premissas excludentes, com o fim de criar zonas, regiões onde o comunismo possa atuar livremente, burlando a soberania das nações. Dali saem as Zonas de Reserva Camponesas e os territórios autônomos das negritudes [1]. A ideologia castrista é a confluência da esquerda e dos grupos terroristas de toda Ibero-América. Essa ideologia é uma mistura de indigenismo, teologia da libertação e ambientalismo. Porém, todos têm em comum a defesa da Cuba castrista.

Os membros do Foro de São Paulo recebem ordem de realizar manifestações, marchas patrióticas [2], exercer pressão política internacional e enviar ajuda financeira ao regime dos Castro. Os que chegam a aceder a órgãos de poder em seus respectivos países, também cumprem com esta religiosa obrigação. O financiamento do Foro de São Paulo, para o caso da Colômbia, vem do narcotráfico. Aí temos o cartel das FARC. Vejamos como começou a suceder isto.

Quando desmoronou-se a União Soviética e acabou-se o financiamento da Internacional Socialista, os funcionários cubanos de Castro advertiram aos membros do Foro de São Paulo que deviam adotar “o modelo do M-19”. Quer dizer, assegurar sua auto-gestão por meio do narcotráfico. Daí o afã de legalizar as drogas, daí o afã de legalizar os narcotraficantes das FARC, daí o afã em destruir o Exército e beneficiar as zonas de reserva camponesa, corredores de mobilidade e narcotráfico destes bandidos. Sabendo que o Partido Comunista Cubano impulsionou a fundação do Foro de São Paulo, depois que o comunismo soviético se desintegrou, os grupelhos e ONG comunistas viram perigar sua sobrevivência financeira. Em 1990 o Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil faz a Primeira Conferência, e ali participaram 40 organizações e partidos de 13 países da Ibero-América e do Caribe. Seu fim: discutir como revisar a estratégica comunista revolucionária em meio à crise do socialismo em todo o mundo. Hoje também utilizam a mineração ilegal, com lucros astronômicos, para financiar o terrorismo e a ideologia nos países da Ibero-América.

A princípio o Foro de São Paulo era algo assim como uma Frente Patriótica encarregada de propor ações. Porém, em pouco tempo Castro consolidou o Foro como uma estrutura de comando bem centralizada, encabeçada pelos mais perigosos grupos terroristas da América Latina, com o propósito de reconstruir a caduca Internacional Socialista neste hemisfério, sob a direção de Cuba. E isto não digo eu, foi estabelecido no Congresso Intercontinental em janeiro de 1996. Antes, em 1991, se elaboraram os estatutos e elegeram-se os diretores. Vejam bem: Partido Comunista de Cuba, Partidos dos Trabalhadores (Brasil), Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Bolívia Livre, Partido da Revolução Democrática do México, os Tupamaros do Uruguai. Em 1992 entraram nas direções a União Revolucionária Nacional Guatemalteca, um grupo de terroristas que seguem as ideias do Sendero Luminoso.

Já em 1995 somaram-se à direção do Foro os grupos narcoterroristas da Colômbia: FARC, ELN e M-19, (aparentemente desmobilizado), o Partido Laborista de Dominica, o Partido Revolucionário Democrático do Panamá e outros [3].

A agenda comum do terrorista Foro de São Paulo

O Foro de São Paulo tem uma agenda comum para a tomada do poder. Uma agenda que Luiz Inácio Lula da Silva, tão admirado por Henrique Capriles, ajudou a desenhar. A agenda consiste em: trabalhar pela Soberania Limitada. Em dezembro de 1992, Human Rights Watch revelou um projeto que vinham trabalhando. Chamava-se “Redefinindo a soberania”, que diz que a soberania “não deve ser um escudo atrás do qual os governos ou grupos armados possam se esconder”. Esse projeto argumenta que a soberania deve tomar o assento de trás na “ação hemisférica coletiva, no monitoramento das eleições, na resolução de conflitos, na supervisão de diálogos e acordos de paz, e na defesa dos direitos humanos”, mediante a supervisão e controle da OEA, da ONU, da Cruz Vermelha, Human Rights Watch, ou qualquer outra organização supra-nacional.

O projeto de 1992, que já está em curso, diz que “as nações do hemisfério devem promover ativamente a solução negociada dos conflitos guerrilheiros que ainda existem na América Latina”. Quer dizer, promove-se diálogos e acordos para suscitar a impunidade dos terroristas e os mecanismos para permitir o acesso ao poder com os terroristas, aliados e membros do Foro de São Paulo.

O modelo para conseguir isto, disseram em 1993, é o impulso de “Diálogos de paz” mediante o qual conseguem-se enormes vitórias políticas, não conseguidas no campo da batalha armada, e o desmantelamento oculto do Exército. Assim fizeram nas “negociações de paz” de El Salvador, onde as Nações Unidas serviram de intermediárias para a tomada do poder por parte dos narcoterroristas da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN).

Isto vai acompanhado, obviamente, de outras táticas: o exercício de uma “Comissão da Verdade” que publique mentiras como se fossem verdades oficiais. Aqui (na Colômbia) o M-19 pediu uma Comissão da Verdade que teve muito êxito, tanto que os terroristas andam soltos, impunes, exercendo cargos públicos e fazendo política, enquanto os militares que nos salvaram desta atrocidade estão presos, condenados pelo resto da vida às masmorras. E já vimos na Colômbia o informe da Comissão da Memória Histórica [4], dirigida por Gonzalo Sánchez.

Desmilitarização

O FSP diz que as nações da Ibero-América devem “redefinir a missão” de suas Forças Armadas e reduzir violentamente os orçamentos militares. Isto, ao tempo em que deve-se re-educar os militares, introduzindo-os à ideologia marxista. Por isto é que vemos personagens como Alejo Vargas, Gonzalo Sánchez, León Valencia e outros da mesma espécie, dando aulas aos oficiais de nossas Forças Militares. Carlos Gaviria, Venus Albeiro Silva e Jorge Robledo, do Polo Democrático, são membros do Foro de São Paulo, como Piedad Córdoba, do Partido Liberal e Marcha Patriótica, grupo político das FARC, também do FSP. O Foro de São Paulo disse em 1993, na declaração final de seu IV Encontro em Havana: “As Forças Armadas constituem uma das ameaças mais sérias à construção da democracia política na América Latina”. Tomas Borge, sandinista e membro do FSP disse que “os exércitos servem para dar golpes de Estado e para reprimir o povo (…) São um câncer em nossos países (…) não há razão para que continuem existindo”. Lula da Silva, admirado profundamente por Capriles, disse em 1994: “Creio que já temos forças armadas suficientes no mundo (…) Temos que diminuir o aparato militar”.

Legalização das drogas

O FSP diz que a guerra contra as drogas é um fracasso absoluto e que “devido a que os narcóticos são um problema tão formidável, deve-se examinar um grau amplo de alternativas, inclusive a legalização seletiva”. Já desde 1995 Evo Morales, nessa ocasião chefe da CAPHC, disse que aqueles que lutam contra o narcotráfico têm uma “mentalidade hitleriana”, e que “defender a coca é defender a dignidade da soberania nacional”. Rigoberta Menchú, a estrela reluzente do comunismo indigenista, pediu então a Evo que lhe preparasse um documento que ela apresentaria ante a ONU para demonstrar que a coca é “um recurso natural e cultural dos povos andinos”, e para exigir “uma ação urgente da ONU para defender seu cultivo e consumo”. Façam-me o favor!

Política econômica

O FSP defende os acordos de livre comércio, os TLC, sem restrições de nenhuma ordem. Por que? Porque eles restringem a soberania nacional. A intenção oculta destes TLC indiscriminados é limitar a eleição soberana das nações contratantes a fim de alcançar benefícios estabelecidos de comum acordo. Quer dizer, o comunismo castrista ataca no papel o livre comércio do neo-liberalismo, porém compartilha totalmente seu enfoque. Apóiam o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a entrega da soberania a organizações internacionais de política econômica. Lula da Silva, admirado por Capriles, disse que “deve-se apoiar isto porque é socialismo prático, para se adaptar à realidade mundial”. Navarro Wolf, do M-19, diz que “louvo o Fundo Monetário Internacional por ter posto disciplina no manejo monetário, e isso ajuda na integração”. “Eu diria – disse Navarro – que essa é a parte positiva do neoliberalismo que forçou os empresários a ser mais responsáveis”.

Apoio ao regime de Castro

Embora pareça estranho a vocês, há funcionários norte-americanos afeitos aos Castro. Fazem lobby para adiantar negociações nos bastidores com o regime dos Castro com a finalidade de normalizar as relações com os Estados Unidos. O argumento com o qual baseiam tais pretensões, é que “o regime de Castro já não é uma ameaça de segurança convencional e ideológica para nenhum país vizinho, e certamente não para os Estados Unidos”. “Além disso – diz o informe de 1995 – Cuba reduziu sua interferência nos assuntos de outras nações”. Isso disseram em 1995. Perguntem hoje à Venezuela, perguntem à Colômbia!

Dizem os propagandistas do FSP que os candidatos de esquerda “não procuram usar a democracia como uma via para o socialismo”. Perguntem à Venezuela… Perguntem à Colômbia! Dizem também que – e isto Jorge Dominguez, membro do Grupo Especial de assuntos com Cuba, disse em 1993: “Qualquer dúvida que alguém possa ter sobre qualquer dos candidatos (da esquerda do FSP) é pueril, eles não estão fazendo agora o que faziam antes. Navarro Wolf não está disparando em mais ninguém, não está colocando bombas por aí. O mesmo se aplica a uma variedade de outros grupos que deixaram a violência…”. Isso Dominguez disse em 1993… e isso mesmo dizem hoje os terroristas disfarçados com terno e gravata.

Os guerrilheiros de hoje são camponeses, políticos e intelectuais de dia, enquanto na escuridão seguem ameaçando a democracia da Colômbia, planejando atentados, traficando com coltán ou com coca, ordenando assassinatos seletivos, planejando emboscadas, atentando contra opositores ao regime de seus afetos. E fazem tudo cobertos com o guarda-chuva da legalidade.

Então, queridos amigos, a ameaça que se encerra sobre as nações da América Latina, já majoritariamente conquistados pela supranacional narcoterrorista chamada Foro de São Paulo, é algo palpável e espantoso. Já nos tiraram o mar territorial, vão pelo arquipélago de San Andrés, pelo Urabá, pela Guajira e pelo Catatumbo, todas regiões vitais para seu projeto expansionista e criminal.

Já caiu a Venezuela. A Colômbia se mantém de pé, apesar do camarada Santos, cognome “Santiago”. Porém, não por muito tempo. Outras novas anistias e indultos já estão às portas do forno para os piores criminosos da Colômbia, para os mais apátridas e sanguinários. Já deram aos do M-19 e hoje temos os resultados: perseguição judicial infame contra os melhores combatentes de nossas Forças Militares, solapamento de nossos valores, controle sobre o sistema educacional e judiciário, controle de universidades e colégios, prefeituras, governadores de estado e institutos descentralizados para usar os recursos públicos como caixa menor do terrorismo. Também se converteram em referências morais e ideológicas, e isto aceitamos como se fosse assunto de pouca monta. Já caiu a Venezuela. E o golpe final para a Colômbia culminará em Juan Manuel Santos e seu sinédrio de traidores, com cúpula e tudo, ao entregar nosso amado país nas fauces dos criminosos das FARC que, do mesmo modo que os do M-19, se converterão em nossos congressistas, nossos prefeitos, nossos professores, nossos líderes espirituais, nossos exemplos de virtude, decência e honestidade. Que tragédia…

Notas da tradutora:

[1] Equivalente às nossas “Comunidades Quilombolas” 
[2] Aqui temos o “Grito dos Excluídos” 
[3] Ver meu artigo: “Os Santos e sua militância castro-comunista” (nota do autor). 
[4] Ver “As Forças Militares devem escrever a Memória Histórica do Conflito”

Traduzido por Graça Salgueiro

Portal Conservador

No 2º mandato, Dilma terá que lidar com problemas que ela mesma produziu

Chefe do Executivo tem o desafio de
reconquistar a confiança e
estimular investimentos
Baixo crescimento, inflação elevada, contas públicas estranguladas e deficit externo recorde será obstáculos.

Reeleita, a presidente Dilma Rousseff terá pela frente uma difícil transição para o segundo mandato, sobretudo na economia. “O país que ela herdará de si mesma é, sem dúvida, mais desafiador do que encontrou em 2010, deixado por Lula”, diz o economista-chefe da Boa Vista Serviços, Flávio Calife. Os números dão razão ao analista. O primeiro mandato de Dilma foi marcado pela piora generalizada dos principais indicadores econômicos. O Produto Interno Bruto (PIB) desabou, a inflação está mais alta e o consumo das famílias desacelerou. Para piorar, não poderá mais utilizar os gastos do governo para estimular o crescimento, já que as contas públicas estão estranguladas.

O Correio ouviu fontes do governo, da academia e do mercado financeiro para identificar o maior desafio de Dilma nos próximos quatro anos. Os entrevistados foram unânimes em alertar para a debilidade das contas públicas e o risco de o país perder o grau de investimento, conquistado a duras penas em 2008. “O Brasil não pode, em hipótese alguma, sofrer um downgrade (rebaixamento da nota de crédito)”, diz uma alta fonte do Banco Central, reforçando que o corte do rating soberano seria “devastador” para a imagem do novo governo.

Um ex-diretor do BC, que recentemente teve o nome cogitado para comandar a instituição num eventual governo Aécio Neves (PSDB), chamou a atenção para a queda dos resultados fiscais em anos de eleição. “Não é só no Brasil que o governo gasta mais em período eleitoral. Mas, neste ano, houve uma piora forte em um quadro que já era de muita dificuldade para as contas públicas”, emenda.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

sábado, 1 de novembro de 2014

Aleluia diz que Dilma recompensaria envolvidos em corrupção se indicasse Wagner para a Petrobras

 José Carlos Aleluia Haack / Ag Haack / Bahia Notícias
Foto: Max
O presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, utilizou sua conta no Twitter para criticar a especulação de que o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), é o principal nome para assumir a Petrobras.

"Wagner foi do conselho que aprovou a compra de Pasadena. Cogitar seu nome é retorno triunfal do grupo que afundou a Petrobras. Essa é a marca da presidente que diz na campanha que vai ser implacável contra corrupção e que no governo faz o oposto: recompensa envolvidos", disse o deputado federal eleito.

Wagner foi do conselho q aprovou compra de Pasadena. Cogitar seu nome é retorno triunfal do grupo q afundou Petrobras http://t.co/xbrZIiLQtr

— José Carlos Aleluia (@aleluiacosta) 31 outubro 2014 Essa é a marca da presidente que diz na campanha que vai ser implacável contra corrupção e q no governo faz o oposto: recompensa envolvidos.

— José Carlos Aleluia (@aleluiacosta) 31 outubro 2014

Reportagem-bomba de 'Veja' revela a 'operação mãos-sujas' da turma do PT.

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA 
A 'OPERAÇÃO MÃOS-SUJAS' DA TURMA DO PT. MANOBRAM PARA AFASTAR JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO, RESPONSÁVEL PELO PROCESSO QUE 
INCRIMINA LULA E DILMA, 
SEGUNDO DELATOU O OPERADOR DO 
PETROLÃO!

Cinco dias depois da controvertida reeleição da 'presidenta' do PT, a revista Veja chega às bancas como mais uma reportagem-bomba. Desta feita revela com exclusividade tudo aquilo que a maioria dos jornalões e a famigerada Rede Globo esconde dos leitores e telespectadores brasileiros, ou seja, a operação mãos-sujas, com a qual a turma do PT, leia-se Lula, Dilma e seus sequazes, tenta desesperadamente melar o processo judicial em curso a partir da Operação Lava Jato, que fez estourar o maior escândalo de corrupção da história do Brasil dentro da Petrobras.

O PT reúne neste momento todas as suas forças para tentar afastar o Juiz Federal Sérgio Moro, responsável pelo processo popularmente conhecido como "petrolão", que apura a fabulosa roubalheira na Petrobras.

O desespero é tanto que os black blocs do PT, na véspera da eleição deste segundo turno, atacaram a sede da revista Veja, tentando de todas as formas evitar que chegasse às bancas a edição da revista do final da última semana, quando a matéria de capa revelou delação do doleiro do PT afirmando que Lula e Dilma sabiam de tudo que se passava na Petrobras (foto abaixo).

O doleiro Youssef, o operador do petrolão, o pagador das propinas que eram encaminhadas em dinheiro vivo por meio de jatinhos e carros-fortes, entregou o Lula e a Dilma, no seu depoimento no regime de delação premiada. Logo em seguida, de forma misteriosa, Youssef sentiu-se mal e foi internado num hospital em Curitiba, mas já teve alta e voltou para carceragem da Polícia Federal na capital paranaense onde rola o inquérito. Nos próximos dias deverá continuar a depor.
A reportagem que detonou tudo.

Lula e Dilma ficaram endiabrados e tentaram por via judicial impedir a circulação da revista (foto da capa ao lado), pedido denegado pela Justiça. O ato seguinte foi mobilizar os seus jornalistas de aluguel na Folha de S. Paulo, Estadão, Rede Globo e outros menos vistosos, que a partir de então vêm propalando mentiras e tentando confundir a opinião pública; tentando desqualificar a delação feita pelo doleiro que incrimina Lula e Dilma e, principalmente, a reportagem de Veja.

Coube ao jornal o O Globo a vergonhosa missão e propalar uma mentira sobre o fato para livrar as caras da Dilma e do Lula. Porém nesta quinta-feira, foi obrigado a se retratar. Este é o nível da grande mídia brasileira, toda ela também aparelhada pelo PT, sem contar que a maioria dos próprios jornalistas, que são militantes do PT, mentem por sua própria conta e são bem vindos por gente como Otávio Frias, o dono da Folha e pelos Marinho, os donos da Rede Globo. E precisou que a Veja fosse atacada pelos terroristas do PT, para que então o Jornal Nacional desse a denúncia que fora capa de Veja um dias antes.
Luiz Sérgio Moro: agora ameaçado pelas moscas varejeiras
bolivarianas do Petrolão. 

Vejam os caros leitores que o que venho denunciando há alguns anos aqui neste blog se confirma agora com todas as letras. Folha, Estadão, Rede Globo constituem lixo jornalístico. São usinas de mentiras e manipulações dos fatos em favor de Lula, Dilma e seus sequazes.

Além da turma do PT, fazem parte da "operação mãos-sujas" pessoas graúdas do meio empresarial, aquilo que se poderia qualificar de "nova elite bolivariana" da ditadura petista. Na Venezuela denominam esses mega empresários ligados ao governo de "boliburgueses" (burgueses bolivarianos), são aqueles ricos, obesos e famosos capitalistas que voam como moscas varejeiras ao redor do governo do tiranete assassino Nicolás Maduro. Aqui varejam com voos rasantes sobre o Palácio do Planalto, os cofres do BNDES e o tal instituto Lula.

Informa a reportagem-bomba que advogados, empreiteiras e políticos envolvidos no escândalo do petrolão se dedicam a divisar um plano para torpedear o processo da Operação Lava Jato e desqualificar o juiz encarregado do caso, Sérgio Fernando Moro. Essas moscas varejeiras estudam meios de impugnar o juiz sob a acusação de que teria coagido o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef a tentar a delação premiada.

Portanto, está aí mais um espetacular furo de reportagem da revista Veja, a única publicação da grande mídia brasileira que tem confiabilidade. Se os leitores querem estar bem informados, assinem a Veja e acessem o seu site. Se desejam programas de TV de política, vejam de graça a TVeja no site da revista que é mil vezes melhor do que a Globo no que respeita às análises políticas. Já nem me refiro às outras que são notórias porcarias.

Por tudo isso a edição de Veja que chega às bancas neste sábado é imperdível.

Ah! Ainda tem, de quebra outra ótima reportagem: o manual de sobrevivência para o mandato da Dilma.

Finalmente, uma entrevista exclusiva com o Senador Aécio Neves. Boa leitura.

Órgão dos EUA investiga se denúncia sobre Petrobras prejudicou acionistas

Pedro Ivo Patriota
Na VEJA.com:

O órgão que regula o mercado financeiro dos Estados Unidos está investigando se as denúncias de desvio de dinheiro da Petrobras infringiram a lei anticorrupção americana e prejudicaram os acionistas da empresa com ações em Nova York, informa relatório enviado pela consultoria brasileira Arko aos seus clientes. Segundo o relatório da Arko, a investigação está sendo conduzida pela SEC (Securities and Exchange Commission), que é o correspondente à Comissão de Valores Mobiliarios, que regula as atividades do mercado financeiro no Brasil. Vinte o oito advogados e analistas americanos estariam trabalhando no caso. Procurada pelo G1, a Petrobras informou em nota que “não foi notificada pela SEC ou pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos” sobre a investigação.