terça-feira, 1 de julho de 2014

Papa: Os comunistas nos roubaram a bandeira. A bandeira dos pobres é cristã

Em entrevista publicada hoje pelo jornal italiano “Il Messaggero”, o papa Francisco afirmou que os comunistas roubaram da Igreja Católica a causa ou “a bandeira dos pobres”, que em sua opinião “é cristã” já que se situa no centro do Evangelho há 20 séculos.

“Os comunistas nos roubaram a bandeira. A bandeira dos pobres é cristã (…). Os comunistas dizem que tudo isso (luta contra a pobreza) é algo comunista. Sim, claro, como não? Mas 20 séculos depois (da escritura do Evangelho). Quando eles falam, nós poderíamos responder: ‘Mas se vocês forem cristãos!’”, disse.

A declaração foi dada pelo pontífice em na qual aborda temas como a política, a queda da natalidade na Europa, o papel da mulher na Igreja Católica e a exploração infantil.

A diferença entre os ministros Joaquim Barbosa e José A. Toffoli

Você sabe qual a diferença entre OS MINISTROS JOAQUIM BARBOSA e JOSÉ A. TOFFOLI?

Um é negro e o outro é branco!?
Não.
A diferença mesmo é bem outra!...
Leia até o fim e chegue a tuas próprias conclusões.

Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram.

Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.

Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e, após, foi advogado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) (1979-84).

Prestou concurso público para procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado e doutorado ambos em Direito Público, pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e 1993.

Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Foi "visiting scholar" no Human Rights Institute da Faculdade de Direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003).

Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino desde os 16 anos de idade.

E O SEU COLEGA NO STF?

Nome: José Antonio Dias Toffoli
Profissão (atual): Ministro do Supremo Tribunal Federal /STF- Suprema Corte.
Idade: 41 anos
Breve histórico de seu Currículo, para entender a "coisa:"
- Formado pela USP
- Pos Graduação: nunca fez
- Mestrado: nunca fez
- Doutorado: também não!!!
- Concursos: 1994 e 1995 foi REPROVADO em concursos para juiz estadual em São Paulo. ( é estadual e não Federal, não vá se confundir).
- Depois disso, abriu um escritório e começou a atuar em movimentos populares. Nessa militância, aproximou-se do deputado federal Arlindo Chinaglia e deu o grande salto na carreira ao unir-se ao PT...

* Em Brasília:
- aproximou-se de Lula e Jose Dirceu;
- que o escolheram para ser advogado das campanhas 1998, 2002 e 2006;
- Com a vitória de Lula, foi nomeado subchefe assuntos Jurídicos da Casa Civil, então comandada por José Dirceu;
- Com a queda do chefe, pediu demissão e voltou a banca privada;
- Longe do governo, trabalhou na campanha à reeleição de Lula, serviço que lhe rendeu 1 milhão de reais em honorários.
- No segundo mandato, voltou ao governo como chefe da Advocacia-Geral da União;
- Toffoli é duas vezes réu. Ele foi condenado pela Justiça, em dois processos que correm em primeira instância no estado do Amapá. Em termos solenemente pesados, a sentença mais recente manda Toffoli devolver aos cofres públicos a quantia de 700.000 reais – dinheiro recebido "indevidamente e imoralmente" por contratos "absolutamente ilegais", celebrados entre seu escritório e o governo do Amapá.

- Um dos empecilhos mais incontornáveis para ele é sua visceral ligação com o PT, especialmente com o ex-ministro José Dirceu, o chefe da quadrilha do mensalão. De todos os ministros indicados por Lula para o Supremo, Toffoli é o que tem mais proximidade política e ideológica com o presidente e o partido. Sua carreira confunde-se com a trajetória de militante petista – essa simbiose é, ao fundo e ao cabo, a única justificativa para encaminhá-lo ao Supremo.

*Posse na "cadeira dos sonhos":

No dia 23/10/2009, ocorreu a posse de Dias Toffoli como ministro do STF, indicado pelo Presidente Lula.

Deu para perceber a diferença?

Metrô de Salvador, construído à troca-de-caixa


Depois de 14 anos, e R$ 800milhões desperdiçados pela Prefeitura, Salvador tem um Metrô.
 
Na data histórica de 11 de junho de 2014, finalmente, o Metrô de Salvador entra em operação.
 
Neste primeiro momento, de 11 de junho de 2014 a setembro de 2014, funcionando de segunda a sexta-feira das 12h00 às 16h00, com velocidade reduzida e acesso gratuito, afirma o Governo do Estado da Bahia, opera em fase experimental para ajustar os sistemas e permitir que haja manutenção preventiva.
 
 Conforme os acordos já existentes, a previsão é que a tarifa para o uso somente do metrô será de R$ 3,10, contra R$ 2,80 cobrada pelo ônibus, e, a tarifa integrada será de R$ 3,90. A vantagem ficou para os torcedores que vão ao Estádio da Fonte Nova, acompanhar os jogos da Copa2014. Pelo menos isso.

Metrô de Salvador, construído à troca-de-caixa. O Projeto de Mobilidade Urbana de Salvador, proposto pela Prefeitura do Democratas, não contempla a expansão do Metrô;


. O projeto original do Metrô de Superfície de Salvador contemplava 13km de extensão; começou a ser construído em 1997, na administração do Antônio Imbassahy (PFL, atual DEMo), com orçamento inicial de R$ 307milhões, e foram paralisadas as obras;

. Retomaram as obras em 2005, desta vez sob o comando da Prefeitura de Salvador, na administração do João Henrique (PMDB), juntamente com o Geddel Vieira Lima (PMDB), e um aditivo orçamentário para dar cabo à obra em 3anos; mito total, e foram tantos aditivos orçamentários, um sobre o outro, que em 2007 o Tribunal de Contas da União interviu, revisou o projeto, revisou o orçamento, e fez desmembrar em duas linhas, para tentar estancar a sangria de dinheiro do povo; resultado: as obras empacaram, e nada mais foi feito; pois é, até o então presidente Lula fez piada com o prefeito João Henrique, acerca deste caso; até este momento, o Metrô de Salvador há consumido R$ 720milhões, e nada de metrô;

. Em 2013, finalmente as obras do Metrô passam para o controle do Estado; no período de um ano o Governo do Estado termina a primeira parte do projeto desmembrado, constando 6,5km de extensão, e já preparadas 27% das obras da segunda parte.

Sob a tutela do Governo do Estado, o Metrô de Salvador ganhará extensão maior. Interligará o centro da capital baiana ao Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães, chegando até o município de Lauro de Freitas, integrante da microrregião metropolitana de Salvador, totalizando 35km até abril de 2017. Desta vez, ao contrário do início desta epopéia, serão recursos do Governo do Estado, do Governo Federal, e Capital Privado, em regime de Parceria Público-Privada (PPP).

Por essas e outras, só nos resta parafrasear o ex-Governador Octávio Mangabeira, e confirmar que “a Bahia está (mas continua) tão atrasada que, quando o mundo se acabar, os baianos só vão saber cinco anos depois”.

Eu, ToNoRastro.

O que não se deve falar para as crianças

O que não se deve falar para as crianças

Pediatra lista situações que podem interferir na formação da personalidade

Por Redação

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:
 
1 - Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 - Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 - Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 - Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 - Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 - Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 - Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 - Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 - Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 - Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

"Sinais alarmantes"

Fernando Henrique Cardoso - Sociólogo
Por favor, leiam com cuidado e atenção o que escreveu Fernando Henrique Cardoso no jornal. Ele é o melhor e o único ex-presidente que não se envolve nessa degradação moral em que chegou a nossa política.
Discreto e valoroso sociólogo, ele é, sem dúvida, um entre os poucos grandes homens da nossa reserva moral!
É uma análise de quem conhece o que estamos vivendo!
Há perigo institucional: Ele concluiu no último parágrafo.
Leiam com interesse: O título é
 
"SINAIS ALARMANTES"
 
Por Fernando Henrique Cardoso - Sociólogo
Finalmente fez-se justiça no caso do mensalão. Escrevo sem júbilo: é triste ver na cadeia gente que em outras épocas lutou com desprendimento. Estão presos ao lado de outros que se dedicaram a encher os bolsos ou a pagar suas campanhas à custa do dinheiro público.

Mais melancólico ainda é ver pessoas que outrora se jogavam por ideais — mesmo que controversos — erguerem os punhos como se vivessem uma situação revolucionária, no mesmo instante em que juram fidelidade à Constituição. Onde está a revolução?

Gesticulam como se fossem Lenines que receberam dinheiro sujo, mas usaram-no para construir a “nova sociedade”. Nada disso: apenas ajudaram a cimentar um bloco de forças que vive da mercantilização da política e do uso do Estado para perpetuar-se no poder. De pouco serve a encenação farsesca, a não ser para confortar quem a faz e enganar a seus seguidores mais crédulos.

Basta de tanto engodo. A condenação pelos crimes do mensalão se deu em plena vigência do Estado de Direito, em um momento no qual o Executivo é exercido pelo Partido dos Trabalhadores, cujo governo indicou a maioria dos ministros do Supremo.

Não houve desrespeito às garantias legais dos réus e ao devido processo legal. Então por que a encenação? O significado é claro: eleições à vista. É preciso mentir, enganar-se e repetir o mantra. Não por acaso a direção do PT amplifica a encenação, e Lula diz que a melhor resposta à condenação dos mensaleiros é reeleger Dilma Rousseff...

Tem sido sempre assim, desde a apropriação das políticas de proteção social até a ideia esdrúxula de que a estabilização da economia se deveu ao governo do PT. Esqueceram as palavras iradas que disseram contra o que hoje gabam e as múltiplas ações que moveram no Supremo para derrubar as medidas saneadoras. O que conta é a manutenção do poder.

Em toada semelhante, o mago do ilusionismo fez coro. Aliás, neste caso, quem sabe, um lapso verbal expressou sinceridade: estamos juntos, disse Lula. Assumiu meio de raspão sua fatia de responsabilidade, ao menos em relação a companheiros a quem deve muito. E ao país, o que dizer?

Reitero, escrevo tudo isso com melancolia, não só porque não me apraz ver gente na cadeia, embora reconheça a legalidade e a necessidade da decisão, mas principalmente porque tanto as ações que levaram a tão infeliz desfecho como a cortina de mentiras que alimenta a aura de heroicidade fazem parte de amplo processo de alienação que envolve a sociedade brasileira.

São muitos os responsáveis por ela, não só os petistas. Poucos têm tido a compreensão do alcance destruidor dos procedimentos que permitem reproduzir o bloco de poder hegemônico; são menos numerosos ainda os que têm tido a coragem de gritar contra essas práticas.

É enorme o arco de alianças políticas no Congresso cujos membros se beneficiam por pertencer à “base aliada” do governo. Calam-se diante do mensalão e demais transgressões, como se o "hegemonismo petista” que os mantém seja compatível com a democracia.

Que dizer então da parte da elite empresarial que se ceva dos empréstimos públicos e emudece diante dos malfeitos do petismo e de seus acólitos? Ou da outrora combativa liderança sindical, hoje acomodada nas benesses do poder?

Nada há de novo no que escrevo. Muitos sabem que o rei está nu, e poucos bradam. Dai a descrença sobre a elite política reinante na opinião pública mais esclarecida. Quando alguém dá o nome aos bois, como, no caso, o ministro Joaquim Barbosa, que estruturou o processo e desnudou a corrupção, teme-se que, ao deixar a presidênc ia do STF, a onda moralizante dê marcha a ré. É evidente, pois, a descrença nas instituições. A tal ponto que se crê mais nas pessoas, sem perceber que por esse caminho voltaremos aos salvadores da pátria. São sinais alarmantes.

Os seguidores do lulo-petismo, por serem crédulos, talvez sejam menos responsáveis pela situação a que chegamos do que os cínicos, os medrosos, os oportunistas, as elites interesseiras que fingem não ver o que está à vista de todos. Que dizer então das práticas políticas? Não dá mais!

Estamos a ver as manobras preparatórias para mais uma campanha eleitoral sob o signo do embuste. A candidata oficial, pela posição que ocupa, tem cada ato multiplicado pelos meios de comunicação. Como o exercício do poder se confundiu, na prática, com a campanha eleitoral, entramos já em período de disputa. Disputa desigual, na qual só um lado fala, e as oposições, mesmo que berrem, não encontram eco. E sejamos francos: estamos berrando pouco.

É preciso dizer com coragem, simplicidade e de modo direto, como fizeram alguns ministros do Supremo, que a democracia não se compagina com a corrupção nem com as distorções que levam ao favorecimento dos amigos. Não estamos diante de um quadro eleitoral normal.

A hegemonia de um partido que não consegue se deslindar de crenças salvacionistas e autoritárias, o acovardamento de outros e a impotência das oposições estão permitindo a montagem de um sistema de poder que, se duradouro, acarretará riscos de regressão irreversível.

Escudado nos cofres públicos, o governo do PT abusa do crédito fácil que agrada não só aos consumidores, mas, em volume muito maior, aos audaciosos que montam suas estratégias empresariais nas facilidades dadas aos amigos do rei. A infiltração dos órgãos de Estado pela militância ávida e por oportunistas que querem se beneficiar do Estado distorce as práticas republicanas.

Tudo isso é arquissabido. Falta dar um basta aos desmandos, processo que, numa democracia, só tem um caminho: as urnas. É preciso desfazer na consciência popular, com sinceridade e clareza, o manto de ilusões com que o lulo-petismo vendeu seu peixe. Com a palavra, as oposições e quem mais tenha consciência dos perigos que corremos.

Mais de 150 igrejas cristãs já foram fechadas pelas FARC na Colômbia

 
Por: Leandro Grigoletto
América do Sul - Uma notícia divulgada hoje (30) pelo site "Epoch Times", conta que muitos cristãos que vivem na Colômbia estão vivendo em um constante perigo por causa das ameaças de grupos guerrilheiros das FARC. Eles estão proibindo os cultos nas áreas rurais sob seu controle, especialmente no sul do país, e têm extorquido pastores e padres.

Estima-se que 150 igrejas já foram obrigadas a fechar desde julho de 2013, quando a frente 32 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército do Povo (FARC -EP) lançou uma ofensiva, proibindo a celebração de missas e cultos em cidades e vilas menores.

Para se reunirem em culto, a maioria das congregações precisa pagar uma espécie de "taxa de proteção" ao grupo rebelde. Os cristãos que correm maiores riscos são aqueles que ainda se reúnem nas casas e os líderes viajam para se encontrar com eles.

Um desses casos é do evangelista itinerante Angel Pinto, e de sua esposa Jeanet Ortiz, que pastoreia uma Igreja de Deus em Puerto Asis, desde 1988, onde visita continuamente várias igrejas recém-plantada no Estado de Putumayo. Durante seu ministério, que já dura mais de 25 anos, é já foi expulso de sua igreja cinco vezes por um grupo amardos. Duas vezes ele já foi ameaçado de morte por violar as proibições impostas pelas FARC que era contra a pregação.

O que se sabe, é que o governo colombiano já realizou várias reuniões de paz com as FARC, para chegar a uma solução para o conflito que já dura décadas.

Pedro Mercado, vice presidente da Conferência Episcopal da Igreja Católica, declarou uma profunda preocupação, pois há mais ameaças de segurança a nossos padres e bispos, e restringe nossa liberdade de pregar a palavra de Deus.

FONTE: site EPOCH TIMES
 

Gasto com a Copa e as causas da inflação

Para Gustavo Franco é preciso criar
uma comissão da verdade
 para averiguar a situação das contas públicas.
 Foto: Divulgação
 
Gustavo Franco: “Se queríamos exemplos de irresponsabilidade fiscal que todos entendessem, a Copa foi um espetáculo”
Brasil sem Rumo
Fonte: Folha de S.Paulo
 
ENTREVISTA DA 2ª GUSTAVO FRANCO

Gasto com a Copa é metáfora exata das causas da inflação

Formulador do Real critica gastos do governo e afirma que estádios da Copa são exemplo de irresponsabilidade fiscal

RAQUEL LANDIM - DE SÃO PAULO

O economista Gustavo Franco é torcedor do Botafogo e está acompanhando os jogos da Copa do Mundo. Um dos formuladores do Plano Real, que completa 20 anos durante o Mundial, ele diz que o “futebol se tornou uma metáfora exata das causas da inflação” no Brasil.

“Alguns estádios foram construídos com um dinheiro que não existe, aumentando a dívida do governo. Se queríamos exemplos de irresponsabilidade fiscal que todos entendessem, a Copa foi um espetáculo”, disse Franco, que presidiu o Banco Central de 1997 a 1999, à Folha.

Próximo ao PSDB, ele defende que o próximo governo faça uma discussão “transparente” sobre o orçamento e critica a administração Dilma Rousseff. “É preciso fazer quase uma comissão da verdade para saber o que houve com as contas públicas.”

Franco diz que a alta de preços preocupa, mas nada comparável à hiperinflação que o Plano Real derrubou. Para o economista, o país fez progressos institucionais contra o “comportamento inflacionista dos políticos”.

Folha – Vinte anos depois do lançamento do real, a inflação ainda preocupa?

Gustavo Franco – A inflação é uma doença que vai nos ameaçar sempre. Infelizmente tivemos um episódio crítico, que foi a hiperinflação. Por isso, nosso organismo é mais sensível que o de outros países a essa doença. O que significa que precisamos ter mais cautela pelo resto da vida. É como o alcoolismo: não existe cura, só abstinência...Leia na íntegra AQUI